segunda-feira, 9 de julho de 2012


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Vida de biomediquete


Todo mundo acordo ceda e corre pro emprego,
E eu voltando do serviço só pensa em descansar.
Na correria do plantão, passa controle e calibração.
O supervisor ve defeito até onde não há.

Queria a enfermeirinha aqui no meu lugar.
Eu ia rir de me acabar.
Só vendo ela fazer coleta e separar,
Cada amostra sem errar.



O residente do PS sempre na dúvida danada.
Pede um monte de exame que não serve para nada.
Paciente e acompanhante só sabem reclamar.
Colhem o sangue e o resultado não querem esperar.
Queria ver o médico no meu lugar.
Eu ia rir de me acabar.
Só mesmo o doutorzinho aqui no meu lugar.
Com tanto laudo pra assinar.

Eu sou biomediquete das sete às sete, fim de semana 24 horas vou virar.
Um dia ganho na megasena e compro um iate
E meu CRBM vou ao mar lançar.




Enviado por Pietra Roques ao Vida de Biomédico
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sábado, 7 de julho de 2012


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Médico descobriu fórmula que insere oxigênio no sangue mesmo sem funcionamento dos pulmões

   Os cientistas descobriram uma nova maneira de administrar oxigênio no sangue, permitindo manter uma pessoa viva, mesmo que não consiga respirar.
   A descoberta surpreendente pode mudar a ciência médica, eliminando a necessidade de manter os pacientes com ventilação mecânica (futuramente) durante atendimentos de emergência.
   O procedimento, que funciona com injeções de moléculas de oxigênio complexadas com moléculas de lipídios diretamente na corrente sanguínea, poderia conferir a manutenção da vida mesmo 30 minutos após a pessoa parar completamente de respirar.
John Kheir do Hospita Infantil de Boston, foi inspirado a começar sua pesquisa pioneira depois de ter presenciado a morte trágica de uma paciente, de acordo com o portal ScienceDaily.
    Ele estava operando uma jovem cuja pneumonia levou a danos cerebrais fatais depois que os médicos foram incapazes de colocá-la em um aparelho de respiração artificial a tempo de salvá-la.
   Após a experiência desagradável, o Dr. Kheir começou a trabalhar com a ideia de contornar o sistema pulmonar e inserir oxigênio diretamente no sangue.
   Os primeiros experimentos mostraram que a intervenção poderia, em teoria, ser muito bem sucedida. No entanto, injetar oxigênio puro na corrente sanguínea na forma de gás falhou consideravelmente quando foi tentado há 100 anos, formando bolhas perigosas nas veias.
   Grande parte da pesquisa do Dr. Kheir esteve envolvida em encontrar uma molécula que pudesse permitir a inserção de oxigênio, sendo posteriormente injetado no corpo humano, sem danos.
   O Dr. Kheir descobriu que é possível o uso de moléculas de lipídios, sendo essa a melhor maneira de inserir oxigênio e permitir que ele seja suspenso em um líquido para injeção intravenosa.
   Ele descobriu que os lipídios são a melhor maneira de reter oxigênio depois de usar ondas sonoras para interceptar lipídios e oxigênio em conjunto. O lipídio fortemente oxigenado possui de 3 a 4 vezes a quantidade de oxigênio encontrada em nossas hemácias.
  Quando a solução lipídica foi injetada em animais com níveis anormais de oxigênio no sangue, ocorreu normalização dos níveis em pouquíssimos segundos. Quando a experiência foi realizada em animais que foram privados completamente do ato de respirar, eles permaneceram vivos durante 15 minutos e tiveram menos riscos de complicações de saúde.
   Quando for utilizado em seres humanos, a solução lipídica poderia, provavelmente, alongar a sobrevivência em até 30 minutos (de acordo com as estimativas do Dr. Kheir), embora inserir o composto por muito tempo no sangue possa danificá-lo, prejudicando o paciente.
Este é um substituto de oxigênio de curto prazo – uma maneira segura de injetar gás oxigênio para ajudar pacientes durante alguns minutos absolutamente críticos”, disse o Dr. Kheir.
   Ele acrescentou que acha que a técnica pode se tornar rotina para médicos plantonistas em casos de emergência.
   “Eventualmente, isso pode ser armazenado em seringas e ser levado em cada ambulância, hospital ou transporte aéreo, estabilizando os pacientes que estão com dificuldade de respirar”, em declaração ao britânico DailyMail.



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sexta-feira, 6 de julho de 2012


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Ministério da Saúde diz que não há risco de epidemia de gripe A

   Com a chegada do inverno e o crescimento do número de casos da influenza A (H1N1), a orientação para a população é tomar cuidados que previnam a infecção pelo vírus causador da doença. A melhor forma de evitar o contágio por esta e outras síndromes gripais é observar algumas regras de higiene pessoal. Além disso, quem apresentar sintomas, como dor de cabeça, dores musculares e nas articulações e insuficiência respiratória, deve procurar assistência médica imediatamente.
   Até a tarde de hoje, 74 pacientes haviam morrido com o vírus Influenza H1N1 nos estados do Sul do Brasil em 2012: 14 no Paraná, 45 em Santa Catarina e 15 no Rio Grande do Sul, que registrou duas novas mortes ontem (4). O número de óbitos na região já supera o dobro das ocorrências somadas nos dois anos anteriores. Os três estados registraram 21 mortes em 2010 e 14 em 2011.
   Um balanço divulgado pelo Ministério da Saúde com números nacionais aponta 704 casos graves no país, dos quais 77 resultaram em óbito. Os dados abrangem apenas o período do início do ano até 25 de junho. O órgão não divulgou informações mais atualizadas, nem o número de casos por unidade da Federação. Apesar do aumento dos casos na Região Sul, o Ministério da Saúde assegura que não há risco de epidemia.

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Concurso: Perito Criminal Federal


   As inscrições para um dos (ou senão o mais) concorridos e sonhados concursos na área das ciências biomédicas estão abertas! Elas tiveram início no dia 18 de junho e terminarão no dia 9 de julho, somente pela internet, tendo como taxa 150,00.
   São 100 vagas, sendo 4 vagas para Biomedicina ou Biologia, com um salário inicial um tanto quanto chamativo,eu diria: R$ 13.368,68.
    Se você pretende prestar o concurso,é melhor se apressar!
ESTUDE muito e BOA SORTE!

Para edital e inscrições,acesse: CESPE/UnB
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Genes podem prever se estudante do ensino básico chega à universidade

Matéria retirada do site Pesquisa Piauí


   Pesquisadores da Florida State University, nos Estados Unidos, identificaram marcadores genéticos que podem predizer o sucesso acadêmico.
   O estudo, publicado na revista Developmental Psychology, afirma que três genes podem influenciar servir de base para se prever as condições que uma pessoa tem de terminar o ensino médio e ingressar na faculdade. 
  "Mostrar que genes específicos estão relacionados de alguma forma com a realização acadêmica é um grande passo na compreensão dos caminhos do desenvolvimento entre os jovens", afirma o principal autor do estudo Kevin Beaver.
  Para o trabalho, os pesquisadores avaliaram 1.674 jovens americanos que estavam matriculados no ensino fundamental ou médio em 1994 e 1995. O estudo continuou até 2008, quando a maioria dos entrevistados tinha entre 24 e 32 anos. Os participantes responderam a questionários e tiveram amostras de DNA analisadas. 
   Os três genes identificados no estudo, DAT1, DRD2 e DRD4, já haviam sido associados a comportamentos como atenção, motivação, violência, habilidades cognitivas e inteligência.

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II Jornada de Análises Clínicas - UNORP

A UNORP (Centro Universitário do Norte Paulista) realizará nos dias 10 e 11 de agosto de 2012, na cidade de São José do Rio Preto, a sua segunda edição da Jornada de Análises Clínicas.



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quinta-feira, 5 de julho de 2012


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Estudo promete grandes avanços na cura da Diabetes

  
   Pesquisadores têm revertido com sucesso o diabetes em ratos usando células-tronco, abrindo caminho para um tratamento inovador para a doença.
   O estudo publicado na revista Diabetes é o primeiro a mostrar que os transplantes de células-tronco podem restaurar com êxito a produção de insulina e reverter o diabetes em ratos.
   Fundamentalmente, a equipe recriou um sinal de retorno que permite os níveis de insulina aumentar ou diminuir automaticamente com base na quantidade de glicose no sangue.Diabetes afeta um grade número de pessoas em todo o planeta. Após o transplante de células-tronco, os ratos com diabetes sofrerem completa restrição de doses de insulina, um procedimento projetado para imitar humanos em condições clínicas.
  Após 4 meses, os ratos foram capazes de manter os níveis de açúcar no sangue em patamares saudáveis, mesmo quando quantidades exageras de açúcar era ingerida. Células transplantadas retiradas dos camundongos, após vários meses, tinham todos os sinais de células normais produtoras de insulina, localizadas no pâncreas.
  A pesquisa foi liderada por Timothy Kieffer, professor do Departamento de Ciências Filosóficas e Celular da Universidade de British Columbia, Canadá.
  O professor Kieffer comentou ao britânico DailyMail: “Estamos muito entusiasmados com estes resultados,mas outros estudos são necessários antes que esta abordagem possa ser testada clinicamente em seres humanos”.

Os estudos foram realizados em ratos diabéticos que não tinham sistema imune corretamente funcionando para evitar rejeição das células. Precisamos agora identificar uma forma adequada de proteger as células do ataque do sistema imunológico de modo que o transplante possa ser realizado sem imunossupressão”.

   A diabetes tipo 2 resulta da produção insuficiente de insulina pelo pâncreas, enquanto que aqueles com diabetes tipo 1 não produzem o hormônio. A insulina permite que a glicose seja armazenada no corpo e utilizada posteriormente como um biocombustível. A falta de insulina leva a um grande aumento da taxa de glicose no sangue, aumentando o risco de cegueira, ataques cardíacos, dano cerebral, acidente vascular e insuficiência renal.
Injeções regulares de insulina é o tratamento mais comum para os portadores do tipo 1, que muitas vezes atinge as crianças pequenas. Embora transplantes experimentais de células pancreáticas saudáveis de doadores humanos tenham mostrado ser eficaz, o tratamento é severamente limitado pela indisponibilidade de doadores.

Fonte: Jornal Ciência 
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domingo, 1 de julho de 2012


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Saiba mais sobre o Ouvido Biônico

   Nos últimos anos, muito se fala no tal Ouvido Biônico, ou se preferir, Implante Coclear (o nome correto). Mas você sabe do que se trata? O aparelho, considerado uma das maiores conquistas da engenharia ligada à medicina, existe há alguns anos e atualmente é usado por mais de 100 mil pessoas no mundo, segundo o Grupo de Implante Coclear do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) e está melhorando a qualidade de vida de muita gente!


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