quinta-feira, 22 de janeiro de 2015


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Google lançará lentes de contato que medem níveis de glicose

As informações são da Revista Galileu

Imagem divulgação: Google. Fonte: Revista Galileu 
Olha mais tecnologia a favor da saúde! Depois de lançar os seus óculos 'smart', o Google Glass, a gigante da internet está testando lentes de contato. Não se trata de uma versão “mini” do óculos, mas servirá para medir o nível de glicose no fluido lacrimal de pacientes diabéticos.  
Para isso, o aparelho possui sensores minúsculos de glicose e chips wireless, capazes de reunir e transmitir os dados dos exames para um computador ou smartphone. Ou seja, o exame e o monitoramento é feito de forma constante - sem a necessidade de interromper as atividades do paciente ou extrair sangue. De acordo com os desenvolvedores do projeto, Brian Otis e Babak Parviz, o procedimento atual é doloroso e incômodo - e, por isso, muitos diabéticos não fazem quantos testes quanto deveriam.
Protótipos das lentes estão sendo testados no Google(x), um laboratório voltado a produtos inovadores. Como seu desenvolvimento ainda está em fase inicial, não há informações sobre quando a tecnologia estará disponível no mercado.
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CANABIDIOL LIBERADO PELA ANVISA l O que é? Como funciona? - Por Luiz Guilherme

Nesses últimos dias os jornais noticiaram a liberação pela Anvisa do uso terapêutico do Canabidiol, um dos 480 compostos da Cannabis sativa (a maconha). O Canabidiol passará para a categoria C1, de uso terapêutico permitido, mas sujeito a controle. Esse assunto gerou muita polêmica, e o Luiz Guilherme, da página Vida de Biomédico e do Canal Luiz Hendrix, fez um vídeo bastante informativo sobre isso. Vale a pena conferir!  



Mais informações sobre o Canabidiol: 
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sábado, 10 de janeiro de 2015


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Teixobactina: descoberta a molécula que poderá originar nova classe de antibióticos

Um grande problema e preocupação dos microbiologistas é a resistência bacteriana, como o S. aureus MRSA (ou ORSA, S. aureus resistente a oxacilina), que atualmente é resistente à maioria dos antibióticos. Dentre as causas que levam à resistência está a prescrição inadequada e o mau uso dos antibióticos também pelo paciente. A última classe de antibióticos foi descrita em 1987, e até a última quarta-feira (07/01/2015), havia um vácuo na evolução e desenvolvimento de antibióticos diante à grande evolução das bactérias.
Um grupo de cientistas dos Estados Unidos descobriu uma molécula chamada teixobactina, produzida por uma bactéria do solo, a Elephteria terraeO estudo foi realizado em camundongos, e como publicado na revista Nature, os resultados são bons: houve eficácia do antibiótico e não desenvolvimento de resistência.
Entenda como o estudo foi realizado no esquema abaixo, da Folha de São Paulo:
 
Fonte: Folha de São Paulo
A teixobactina reage na produção de lipídeos pelas bactérias, o que afeta a sua parede celular. Esta mesma característica é encontrada na vancomicina, entretanto após 30 anos do início do seu uso, bactérias resistentes como os VRE (Enterococos resistentes a vancomicina) apareceram.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou uma crise global diante a grande resistência bacteriana, sobretudo algumas bactérias responsáveis pela tuberculose, que são resistentes a todas as classes de antibióticos. Sendo assim, a implantação de novas classes se faz extremamente necessária e urgente.
Os cientistas do estudo com a teixobactina esperam que em 10 anos o antibiótico possa estar disponível, e que os estudos em humanos sejam tão eficazes quanto em camundongos.

Fontes:
CDC
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