domingo, 24 de fevereiro de 2013


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Distúrbio do metabolismo de Carboidratos

Segundo estudo atualizado pelo CENSO-IBGE-2010 realizado pelo Ministério da Saúde, com a colaboração da Sociedade Brasileira de Diabetes, no Brasil há um número estimado de 12.054.827 (doze milhões cinquenta e quatro mil oitocentos e vinte quatro) pessoas com algum tipo de Diabetes. (SBD – 18 de Abril de 2012).


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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013


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Próximos cursos ASGARD - GO,SP,PE

A ASGARD Cursos é uma empresa que oferece cursos de aperfeiçoamento e atualização de profissionais e estudantes das áreas da saúde (Biomedicina, Enfermagem, Fisioterapia, Farmácia, Nutrição, Biologia e Medicina). A equipe conta com profissionais altamente qualificados, atuantes no mercado de trabalho e, na maioria das vezes, docentes das melhores faculdades do Brasil. Confiram os próximos cursos a serem promovidos pela ASGARD, nos estados de Goiás, São Paulo, Pernambuco:















Inscrições e informações: ASGARD Cursos

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013


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Neuroética - CH


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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013


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Oportunidade de Estágio em São Paulo,SP

A Sanofi Brasil oferece Estágio de Farmácia e Pesquisa Clínica, no bairro do Morumbi, em São Paulo-SP.

Os pré-requisitos são:
Ø Cursos:Farmácia, Biomedicina ou Biologia
Ø Ano de Formação: 12/2013 a 12/2016
Ø Período de Estudo: Noturno
Ø Inglês: Avançado
Ø Horário de Estágio: 09h às 16h15

Benefícios: 
Ø R$:R$ 1.630,00
Ø VR: R$524,00
Ø Assistencia Médica Odontológica Mediservice
Ø Vale Transporte
Ø Seguro de Vida
Ø Reembolso de Medicamentos
Ø Previsão de início:
Ø Imediato

Obs.: o processo será online.
Para mais informações, acesse: Page Talent
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013


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Como construir um microscópio óptico em casa

O sonho de todo biomédico é ter um microscópio. Bom, pelo menos esse é um dos meus sonhos de consumo. Mas sabemos que ter um microscópio não é tão simples como se pensa.
Encontrei então uma forma de construir um microscópio óptico! (palmas!!!) Obviamente não se compara aos que geralmente temos acesso no laboratório, mas pode saciar a vontade de ter um na sua casa, além de que você ainda poderá se gabar que foi você mesmo quem construiu.
(Microscópio caseiro construído com objetiva de webcam e CD-ROM)
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A autoclave

   Muitos já estão cansados de saber, outros ainda têm dúvidas, e muitos estão chegando agora e nunca tiveram contato com a autoclave, equipamento mais utilizado para a esterilização de materiais para manuseio e descarte.
  Encontrei um vídeo no site Ponto Ciência que mostra passo a passo do funcionamento de uma autoclave. Confira!


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domingo, 10 de fevereiro de 2013


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Células matadoras podem controlar o vírus da Aids

Pesquisadores norte-americanos e brasileiros testam com sucesso a eficácia de linfócitos T no combate ao HIV
Matéria publicada na revista FAPESP em outubro de 2012, traz uma nova abordagem ainda em estudo ao combate do vírus do HIV, a matéria escrita por  Maria Guimarães, trata de aspectos sobre o vírus e sobre o sistema imunológico, devido a sua importância e também como uma maneira de revisar alguns conceitos em imunologia o Blog Biomedicina em Ação resolveu postar a matéria na íntegra, espero que possa ajudar a todos e com certeza trazer uma nova esperança a esse temido vírus que a décadas vem assombrando a humanidade.
Segue abaixo o texto na íntegra:
Na guerra contra o HIV, vírus que causa a Aids, a busca por desenvolver uma vacina costuma se concentrar nos anticorpos, as proteínas do sistema imunológico responsáveis por atacar invasores. Um grupo de pesquisadores norte-americanos e brasileiros pode ajudar a mudar esse panorama – ou pelo menos ampliá-lo –, de acordo com resultados publicados neste domingo (30/9) na Nature. Eles mostraram que um tipo específico de linfócitos T – as células que orquestram o combate a infecções – tem um papel importante no combate aos vírus e estimular a sua produção pode vir a ser uma arma eficaz.
As estrelas do estudo são as células T CD8+, responsáveis por controlar a carga viral nos pacientes conhecidos como “controladores de elite” – pessoas que, apesar de infectadas com o HIV, não desenvolvem os sintomas da doença. “Uma em cada 300 pessoas infectadas consegue controlar a replicação do vírus”, explica o patologista David Watkins, da Universidade de Miami, coordenador do estudo. Em 70% dessas pessoas, segundo ele, é possível detectar uma assinatura genética especial, que agora se sabe estar relacionada ao funcionamento das células CD8. Falta ainda entender exatamente como funciona essa relação.
O importante é que esses linfócitos conseguem, por meio de uma ação tóxica, aniquilar as células do organismo invadidas pelo HIV. “O vírus precisa de células para se replicar, e as CD8 matam essas fábricas”, explica o pesquisador norte-americano, fluente em português graças a uma longa e frutífera colaboração com colegas brasileiros.
Um vírus aparentado ao que causa Aids em seres humanos, o vírus da imunodeficiência símia (SIV), foi usado para testar a eficácia dessas células imunológicas. Nas mãos da geneticista Myrna Bonaldo, do Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, a vacina contra febre amarela produzida na própria instituição ganhou fragmentos de DNA do SIV e foi aplicada em macacos rhesus infectados. O resultado foi marcante: “todos os macacos estão conseguindo controlar a replicação do vírus”, comemora Watkins. A eficácia é um mistério, porque nem todos os controladores de elite humanos conseguem combater tão bem a infecção. “Precisamos entender como isso funciona antes de podermos pensar numa vacina contra Aids”, ele completa, cauteloso.
Para o norte-americano, a colaboração com o grupo carioca é essencial pela experiência em produzir uma vacina segura que já imunizou mais de 400 milhões de pessoas. “A Fiocruz é líder nessa área, está produzindo a maior parte da vacina contra febre amarela usada no mundo”, afirma. O segredo do sucesso deve estar, em sua opinião, no fato de ser uma vacina viva, com vírus ativos embora atenuados – e por isso incapazes de causar a doença. Algum elemento dessa atividade viral, que ainda precisa ser desvendado, pode também ser responsável pelo sucesso da vacina modificada em ajudar os macacos a combaterem o SIV.
“Nosso estudo aponta um novo caminho possível, não mais focado em anticorpos, mas em controle da replicação do vírus mediante a indução da produção de células T CD8 protetoras pelo organismo”, explicou Myrna à assessoria de imprensa da Fiocruz. “É como se, na rodovia do estudo de vacinas para a Aids, estivéssemos fixando uma placa nova, apontando para um novo caminho, baseado na abordagem celular.”
Fonte:
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013


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SAÚDE PÚBLICA GLOBAL

   A saúde pública é uma arte e ciência na promoção de saúde e povos proteger comunidade através de esforços organizados sociais e sistemática. Na saúde pública, precisamos entender muitos aspectos da saúde, como o ambiente, valorizar as culturas e os comportamentos humanos e também da economia social. É vital para compreender os aspectos políticos, históricos e éticos de problemas de saúde.
  Ciência da saúde pública é um campo multidisciplinar que examina questões relacionadas à saúde a partir de uma perspectiva ampla, incluindo os aspectos culturais, sociais e globais.  Os principais princípios de saúde pública são
  •          Responsabilidade coletiva;
  •     Concentre-se em populações inteiras;
  •         Foco em  prevenção;
  •     Multidisciplinar;
  •     Parcerias.
Organizações públicas de saúde e agências
   A saúde é uma questão global e há muitas organizações e agências que têm um papel importante na saúde pública em nível diferente. Por exemplo, algumas organizações têm um papel importante em nível global como a Organização Mundial de Saúde OMS, UNESCO, Vermelha Internacional-Cruz e outros trabalham em nível governamental ou local como atores, políticos, partidos, grupos de defesa de pacientes e ativistas locais. É difícil de implementar intervenções eficazes em saúde pública para a população e afetar a política de saúde sem parceiros.

Saúde global
      Saúde global, antes usou saúde internacional prazo ", implica a consideração das necessidades de saúde das pessoas de todo o planeta acima das preocupações das nações em particular". Refere-se também importância de atores além governamentais e agências como a mídia, organizações não-governamentais e internacionalmente fundações. (Brown et al 2006). Acordo com Smith et al (2003) a saúde global refere-se aos impactos transnacionais da globalização sobre os determinantes da saúde e problemas de saúde.
Kickbusch (2004) propôs cinco áreas de ação fundamentais para a saúde global:
·         A saúde como um bem público global;
·         A saúde como um componente-chave da segurança global;
·         A saúde como um fator-chave da governança global de interdependência;
·         Saúde como prática empresarial responsável e responsabilidade social;
·         Saúde como cidadania global.

       Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) são uma espécie de prioridades de saúde global no século 21.Eles são resultado de consultas entre as agências internacionais. Os  Objetivos de Desenvolvimento do Milênio consistem oito objetivos a serem alcançados até 2015. Essas metas são os principais desafios mundiais de desenvolvimento. Todos os objetivos incluem também  as metas e indicadores de saúde . Esperamos que ODM abrir-lhe a saúde pública no contexto global. 

 E VOCÊ,PODE AJUDAR???

PENSE SOBRE ISSO!!!

Fontes:
BROWN, Th. M.; CUETO, M.; FEE, E.: A transição de saúde pública ‘internacional’ para ‘global’ e a Organização Mundial da Saúde. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, v. 13, n. 3, p. 623-47, jul.-set. 2006.

Smith RD, Beagehole R, Woodward D, Drager N: Global public goods for health: from theory to policy. In Global Public Goods for Health: a health economic and public health perspectiveVolume chapter 14. Edited by Smith RD, Beaglehole R, Woodward D, Drager N. Oxford: Oxford University Press; 2003. 
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


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05 de fevereiro - Dia da Mamografia


A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem, que tem como finalidade a visualização da região interna das mamas. Utiliza-se a radiação para revelar possíveis alterações no tecido mamário. Este exame deve ser realizado por mulheres com idade igual ou superior a 40 anos, e pode detectar nódulos mesmo que ainda não palpáveis e, portanto, faz parte do conjunto de ações que ajudam a detectar precocemente o câncer de mama, reduzindo de 30 a 50% a taxa de mortalidade por este tipo de câncer.
Como dito anteriormente, a idade indicada é de 40 anos, porém se há casos de câncer de mama na família, as mulheres devem realizar o exame a partir dos 35 anos de idade.
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013


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Loja Biomedicina em Ação

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