quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016


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Noticiário científico - Por Fernando Mafra

O farmacêutico Fernando Mafra continua com seus noticiários científicos, e este está bastante interessante. Ele trata de um artigo sobre a violeta, aquela florzinha que quase todo mundo tem em casa, e um outro sobre a translocação de proteínas em células tumorais. Vale a pena assistir!

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016


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Aquela velha história...


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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016


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Fofura do dia!


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domingo, 21 de fevereiro de 2016


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Ministério da Saúde lança cursos online sobre o vírus Zika para profissionais da saúde


Na última sexta-feira (19), o Ministério da Saúde juntamente com a Universidade Aberta do SUS (UMA-SUS), lançaram um curso destinado aos profissionais da saúde, abordando temas relacionados à suspeita, notificação, investigação, diagnóstico e conduta dos casos.
O curso denominado “Zika: abordagem clínica na atenção básica” tem 45 horas de duração, e é dividido em quatro unidades abordando a epidemiologia, prevenção, quadro clínico e abordagem de pacientes infectados, inclusive (e principalmente) as gestantes.


As matrículas já estão abertas e vão até 15 de fevereiro 2017! Para se increver e obter maiores informações, acesse http://unasus.gov.br/cursos/zika
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016


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Mononucleose infecciosa - A doença do beijo

O carnaval já passou, mas ainda vale falar de assuntos bastantes emergentes principalmente nessa época do ano. As doenças transmitidas pelo beijo estão entre estes assuntos (o mais novo caso em discussão é a transmissão do Zika Vírus), e uma destas doenças é a mononucleose infecciosa, também conhecida como “angina monocítica” ou a popular “doença do beijo”.
A mononucleose é uma doença infecciosa transmitida pela saliva na maior parte dos casos, e raramente por transfusão sanguínea ou contato sexual. Seu agente etiológico é o Epstein-Barr Vírus (EBV), um vírus da família Herpesviridae. Trata-se de um dos vírus mais comuns entre humanos, estabelecendo infecção persistente em mais de 90% da população mundial adulta. Entretanto, segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia, no Brasil, há maior prevalência em crianças do que em adultos, mas a suscetibilidade é geral.
  
EBV. Fonte: www.epibeat.com
 Em algum momento de nossas vidas, seremos infectados pelo EBV, que é transmitido pela saliva, infectando primeiramente as células epiteliais da orofaringe, nasofaringe e glândulas salivares. Nessas células ocorre replicação, e os vírus então podem alcançar tecidos linfoides adjacentes e infectam linfócitos B.
Além da mononucleose infecciosa, o EBV está associado a outras desordens proliferativas de origem linfoide, tanto benignas, quanto malignas, tais como linfoma de Burkitt e doença de Hodgkin. Devido à esta forte associação com neoplasias, a identificação da mononucleose se faz bastante necessária.

Sintomas

Febre e comprometimento da orofaringe sob forma de faringo-amigdalite exudativa, com formação de placas brancas e exsudato, linfadenopatia (glândulas linfáticas inchadas, especialmente no pescoço). A fadiga está geralmente presente e pode permanecer durante vários meses.

Diagnóstico e achados laboratoriais


A mononucleose é inicialmente diagnosticada através da sintomatologia, mas o diagnóstico laboratorial é imprescindível para a conclusão. A maior característica laboratorial da mononucleose é a leucocitose com elevada linfocitose atípica. Para a confirmação da doença, pode ser realizada sorologia buscando detectar anticorpos heterófilos, bem como testes específicos de EBV relacionados com a resposta dos anticorpos aos vários antígenos durante o ciclo de vida do vírus. Confirma-se também pela demonstração do vírus, antígenos virais ou DNA viral através de hibridização com sondas de ácido nucléico e PCR.
Além disso, há aumento das enzimas hepáticas transaminases (TGO e TGP), pelas alterações provocadas no fígado e baço.

Para finalizar, um vídeo muito bacana do Canal Biomedicina Básica. Vale a pena conferir!



Fontes:
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domingo, 6 de dezembro de 2015


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Que venha 2016! - Domus Cursos

O ano de 2015 foi espetacular para o Biomedicina em Ação. Iniciamos uma parceria com a Domus Cursos, uma empresa que veio a Campinas para inovar com seus cursos de aperfeiçoamento para as diversas áreas da saúde.
O primeiro curso de 2016 foi uma atualização sobre Perfusão Extracorpórea. Os alunos puderam conhecer e entender como entrar nesta área e o que de bom o profissional perfusionista pode contribuir na equipe cirúrgica.
Tivemos também, em setembro, os cursos de Gasometria e Diagnóstico Diferencial de Anemias. Foram dois grandes cursos, com a presença de excelentes profissionais ministrando as aulas e interagindo com os alunos.
Por fim, tivemos em novembro, os cursos de Microbiologia, sobre antibiograma, e o último curso de ano, de ECMO: princípios e ações na UTI.













A Domus Cursos quer sempre interagir e se aproximar dos seus alunos com aulas dinâmicas e com boa estrutura, promovendo o conhecimento de forma responsável e divertida. E os alunos percebem tudo isso:



“O curso, de uma maneira muito eficaz, surpreendeu minhas expectativas. Ele melhorou o meu embasamento científico, me deu bases sólidas para o dia-a-dia da minha vida profissional e da vida acadêmica. Isso porque complementou o meu aprendizado da faculdade, e eu só tenho que agradecer à equipe Domus, pois ajudaram a melhorar a minha formação como farmacêutico bioquímico, clínico e analista. E acho que temos que convidar qualquer tipo de profissional da área de laboratório, independente da sua formação, para participar porque são cursos muito bons que só têm a acrescentar.”
Fabio Luiz Bandeira – farmacêutico, aluno de Mestrado em Clínica Médica no Laboratório de Hemostasia do Hemocentro da Unicamp e funcionário do Banco de Sangue do Hospital de Paulínia.



“Sou biomédica, microbiologista. Me formei no ano de 2013, e agora curso graduação em Medicina Veterinária, que é uma complementação para a minha formação. Consegui unir a biomedicina e a veterinária, que embora pareça não ter nenhuma ligação, se complementam. Eu fiz o curso de Diagnóstico Diferencial de Anemias (Hematologia). Eu achei o curso muito bom, a estrutura, a organização, os professores. O curso foi muito didático, os professores levaram os alunos a pensar, a prestarem atenção, e houve uma interação entre os alunos, o que é difícil acontecer em alguma outra instituição.”
Érika Batista – Biomédica, microbiologia e graduanda de Medicina Veterinária.



“A Domus Cursos é uma empresa nova, que vem se mostrando ser muito competente, ótimos professores, excelente espaço físico e extremamente organizado. A cada novo curso percebo nos pequenos detalhes que estão sempre melhorando. E não poderia deixar de falar e agradecer o Biomedicina em Ação, responsável pelo sorteio em que fui contemplada à uma vaga para o próximo curso na Domus. Obrigada!!!”
Flavia T. Navarro – Biomédica pela Universidade Paulista, contemplada por sorteio do Biomedicina em Ação.



É um grande prazer fazer parte da equipe Domus Cursos e perceber que o trabalho está sendo feito com boa qualidade e que os alunos se sentem felizes e satisfeitos com os resultados. E o ano de 2016 promete muito mais!! Fiquem ligados nas novidades, nos novos cursos, e juntem-se a nós!

www.domuscursos.com.br
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terça-feira, 1 de dezembro de 2015


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Biomedicina em Ação no Youtube!

Chegamos ao YouTube! Sim, talvez a ideia não seja tão ruim assim, certo? Para começar, respondemos perguntas dos nossos leitores sobre diversos temas relacionados à Biomedicina, em um bate papo bem descontraído. Vale a pena conferir!

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015


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20 de novembro!


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domingo, 8 de novembro de 2015


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Estudantes brasileiros ganham prêmios em competição na Universidade de Harvard


Team Protomatos (imagem facebook)
 Juntar várias áreas do conhecimento em um único propósito: isso é pensar fora da caixa. É algo que sempre queremos incentivar, e é exatamente isso que um grupo de estudantes dos cursos de ciências biomédicas, biotecnologia, ciências sociais, física estatística, química e arquitetura da Universidade de São Paulo (USP) fizeram. Essa união os levaram ao Biomod, uma competição de design biomolecular da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. A equipe volta ao Brasil com 3 prêmios: Bronze Project Award, o terceiro lugar no Audience Favorite e o prêmio de melhor Design da Camiseta. O Biomod foi criado em 2011, e sempre reuniu alunos de graduação do Japão, Dinamarca, Austrália e China. Esse ano, a equipe da USP foi a primeira da América Latina a participar da competição que traz desde nano robôs à computadores moleculares.
Para alcançarem a competição, além de muita pesquisa e persistência, o Team Protomatos realizou um financiamento coletivo (assim como a postagem abaixo da neurocientista Suzana Herculano) e conseguiram arrecadar quase R$ 17 mil reais. No site do financiamento, os alunos enviariam aos doadores, colares, chaveiros e cadernos em troca ao incentivo financeiro.
O projeto da equipe da USP visava utilizar a tecnologia de DNA Origami.

Octaedro de DNA. Imagem Dr. Cassio Alves (Catarse)

  DNA Origami consiste na “dobradura” do DNA para criar formatos bi e tridimensionais na escala nano. Esta tecnologia foi a matéria de capa da Nature em 16 de março de 2006. Desde então, o DNA origami progrediu desde uma forma artística de design molecular para diversas aplicações práticas, como sistemas de drug-delivery (entrega localizada de fármacos ) ou circuitaria de dispositivos plasmônicos. A maioria dessas aplicações, contudo, permanece como conceito ou em fase de testes.”

A ideia é melhorar o design de nanocages (caixas nanoméricas) em formato de octaedro, criadas a partir de trechos de DNA e alocar dentro delas vias metabólicas para testar a viabilidade de uma produção biotecnológica mais acessível e de baixo impacto ambiental. Como cada via metabólica utiliza enzimas em quantidades e tamanhos diversos, o grupo adotou um software desenvolvido pelo pesquisador Cássio Alves durante seu doutorado no Instituto de Física da USP para calcular as estruturas ideais dessas “caixas” de DNA sintético.




Fontes:
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terça-feira, 3 de novembro de 2015


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Neurocientista brasileira cria financiamento coletivo para dar continuidade à pesquisas

 

É notável que a ciência brasileira caminha a passos lentos, sem incentivo e investimento financeiro. Em uma entrevista para um canal de ciência do youtube, a neurocientista Suzana Heculano-Houzel já havia dito sobre o não repasse de verba do Governo para a sua pesquisa e que, portanto, houve a necessidade de arcar com algumas dispensas com dinheiro do seu próprio bolso.
Suzana é uma das cientistas mais importantes do país, defensora de várias causas que envolvem a ciência. Seu grupo de pesquisa funciona há 11 anos no Laboratório de Neuroanatomia Comparada na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para manter a sua pesquisa e não ter que fechar as portas do seu laboratório, Suzana teve a ideia de usar a internet a seu favor. Atualmente, é muito comum o financiamento coletivo via internet, que funciona da seguinte forma: você doa e recebe serviços ou materiais em troca. No caso do financiamento da neurocientista, lançado em 12 de outubro, quem doar recebe desde a imagem digital para capa do facebook à reunião, visita e palestra com Suzana.
O objetivo é arrecadar R$ 100 mil, e até o momento, o projeto já conseguiu arrecadar R$95.381,43!!!
  A ideia veio da necessidade. Com o corte do repasse de verbas dos governos federal e estadual, tive que tirar R$ 20 mil do meu próprio bolso para o trabalho continuar. Ou eu fazia alguma coisa ou mandava todo mundo para casa. Mais do que conseguir levantar os fundos, a iniciativa mostra para o governo que a gente valoriza a ciência brasileira. As pessoas querem ver a ciência funcionando. ”  
Para contribuir com o projeto da neurocientista e ajudar para que a ciência no Brasil não morra, basta acessar o link: Kicks

Fonte: Extra.com
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