sábado, 21 de abril de 2012


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Aniversário do blog!!!

eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!! \o/
  O Biomedicina em ação completará 1 ano, mês que vem, mais precisamente no dia 24 de maio!
  Faremos uma postagem especial em comemoração ao blog, aos leitores, e principalmente aos futuros biomédicos da Unip, do atual 3º semestre!
  Até este exato momento tivemos cerca de 34.581 visualizações, e devemos tudo a vocês!
 Muito obrigada por nos acompanhar desde o primeiro dia, e que mais gente possa nos conhecer, e sobretudo apreciar a arte que é a biomedicina, e a benção que é ser biomédico.

AGUARDEM A POSTAGEM!
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A polêmica sobre o exercício da acupuntura e o Ato Médico

  
  Esta postagem é uma opinião minha (que fique claro), e será mais crítica do que informativa, pois este assunto já deve ser sabido por todos. No mês passado (março), veio à tona a notícia de que somente médicos poderão exercer a acupuntura, que também é uma área de atuação do biomédico (falei dela nest post).
  Oras, não foi da noite para o dia que conseguimos o direito de exercer tal função, pois somos capacitados na graduação para entender o corpo e seu funcionamento, assim como muitos outros profissionais da saúde. E de repente, uma classe (que nem de perto é superior, somente igual à outras) nos tira este direito. Não digo isso somente pelos biomédicos, mas por fisioterapeutas, farmacêuticos e demais profissionais. Os farmacêuticos já se pronunciaram contra esta medida, que será revista até o final do julgamento. Mas e o CFBM? Biomédicos ficarão de braços cruzados? É preciso que algo seja feito, e rapidamente.
  O mesmo questionamento levantado por Paulo Varanda, do Grupo de Trabalho de Práticas Integrativas e Complementares, é o que eu me faço: "É hoje uma atividade legal. Essas pessoas ficarão sem emprego?". 
  Os médicos e o Conselho Federal de Medicina levantam a hipótese de que os profissionais que trabalham com a acupuntura "devem saber o que estão fazendo". É exatamente para isso que existe a graduação, e posterior especialização, assim como qualquer profissional! 
  Vale lembrar de quão intensa foi a indignação dos profissionais da saúde à confirmação do Ato Médico. Por pouco, nós biomédicos, não fomos privados do exercício à citopatologia. Mas coisas absurdas faziam parte do projeto, e coisas absurdas receberam votos a favor e agora serão restritas aos médicos.
  Nenhum profissional é formado para fazer tudo, e nenhum deles conseguirá fazer tudo sozinho. É exatamente por isso que a área da saúde é dividida em setores, e o conjunto desses profissionais é o que fará o bem da sociedade, e não apenas uma classe atuante. Talvez o número de médicos para tantas funções seja inferior à demanda de pacientes que necessitam de atendimento. E o que fazer? Tais decisões que estão sendo tomadas ferem o rumo da saúde brasileira, que já é precária. O favorecimento de uma classe acaba por ferir profissionais que se dedicaram por anos de sua vida para exercer funções de manutenção e melhoria da saúde humana. 

P.S.: a intenção desta postagem não é desmerecer nenhum profissional, sobretudo médicos. Todos são extremamente importantes para a saúde. Acredito que sejamos como um quebra-cabeças, e sem uma das peças, não conseguimos terminar. É de se pensar quanto ao que estão fazendo com a saúde do Brasil, e pensar como será o futuro disso tudo.
  
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Doença de Chagas - Tripanossomíase americana


  A Doença de Chagas (ou Tripanossomíase americana) é uma antropozoonose causada pelo protozoário flagelado Trypanosoma cruzi. Esta parasitose não afetou o homem antes da colonização, pois com ela surgiram as moradias de pau-a-pique, excelente habitat para os barbeiros (vetores da doença - Triatoma infestans). Iniciou-se então a transmissão da doença de animais silvestres a animais domésticos e ao homem. Nem todos os indivíduos apresentam sinais clínicos, mesmo depois da fase aguda. Outros desenvolvem lesões graves e progressivas, que podem chegar à cardiopatias chagásticas, ao megaesôfago, ao megacólon e a outras formas de doenças.
  O parasita é caracterizado por possuir núcleo único, flagelo, ser pertencente à ordem Kinetoplastida (possuem cinetoplasto e KDNA) e à família Trypanosomatidae.
    O T.cruzi pode apresentar-se de três formas, durante seu ciclo evolutivo:
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segunda-feira, 16 de abril de 2012


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Seria melhor se fosse mesmo a Lei da Cerveja (ou não haha)


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Pesquisa com células-tronco reduz quantidade de vírus HIV em tecido humano


Esta reportagem foi inteiramente retirada do site da Revista Veja - de 13/04/2012


  Uma pesquisa publicada nesta quinta-feira no periódico PLoS Pathogens demonstrou de que maneira células-tronco de humanos podem ser geneticamente projetadas para combater o vírus HIV. O estudo, que é uma expansão de trabalhos anteriores, foi conduzido na Universidade da Califórnia, Los Angeles, nos Estados Unidos. De acordo com os pesquisadores, esses resultados podem embasar uma abordagem que consiga, de fato, erradicar o vírus em pessoas infectadas.
  Nesse trabalho, os cientistas obtiveram linfócitos T CD8 de um indivíduo infectado pelo vírus HIV. Esses linfócitos auxiliam o organismo no combate a infecções, já que contêm receptores capazes de reconhecer e destruir células cancerígenas e infectadas, inclusive pelo HIV. No entanto, o organismo de um ser humano não possui quantidades suficientes de CD8 para erradicar a infecção pelo vírus no corpo.
  A partir dos linfócitos T CD8, os pesquisadores clonaram tais receptores presentes neles e os utilizaram para construir geneticamente células-tronco de sangue humano, que foram inseridas em tecido vivo humano implantado em camundongos. Esses animais foram induzidos a uma infecção pelo vírus HIV semelhante à doença em homens.
Resultados 
  Os autores do estudo observaram que essas células-tronco foram capazes de formar novos linfócitos maduros que podem atacar o HIV em tecidos onde o vírus permanece e se reproduz. Eles realizaram uma série testes de sangue, de plasma e de órgãos nos animais duas e seis semanas após a experiência. Com os exames, eles identificaram que o número de células T CD4, que fazem parte do sistema imunológico e que são as principais infectadas e destruídas pelo vírus HIV, aumentou, ao passo que a quantidade do vírus no organismo diminuiu. Os pesquisadores ainda notaram que as células-tronco implantadas conseguiram se desenvolver e migrar para os órgãos e combater a infecção neles.
  Porém, os autores do trabalho reconhecem que a experiência, por ter sido feita em animais, mesmo que eles tenham recebido tecidos humanos, pode surtir resultados diferentes em humanos. Mesmo assim, os pesquisadores estão otimistas. “Acreditamos que esse é o primeiro passo no desenvolvimento de uma abordagem mais agressiva para corrigir os defeitos das células do sistema imunológico, que permitem a persistência do vírus HIV em pessoas infectadas”, afirma Scott Kitchen, professor de medicina da Universidade da Califórnia e coordenador do estudo.

Fontes: Revista Veja
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quarta-feira, 4 de abril de 2012


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Piruvato,piruvato,piruvato!

"Pra te enlouquecer,pra te enlouquecer,todas,todas que estudaram não conseguem esquecer!"




Não entendeu nada do vídeo? Dê uma olhadinha na postagem abaixo,vai resolver uma boa parte do seu problema! rsrs Momento descontração para vocês!
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Via Glicolítica ou Glicólise

A glicólise (ou via glicolítica) é uma via central, quase universal de catabolismo de carboidratos. É o primeiro estágio do metabolismo, e consiste em um processo anaeróbico (processo de fermentação), com saldo positivo de 2 ATP (adenosina trifosfato) e 2 piruvatos (que podem ser convertidos a lactato ou a Acetil-CoA, e entrar no Ciclo de Krebs). Mas para entender esta via, é necessário que saibamos de onde veio a glicose que será usada para a formação dessa energia.
O corpo humano (assim como todos os seres vivos) necessita de energia para a realização de suas funções vitais. Os carboidratos são fontes rápidas de energia, e serão degradados por enzimas digestivas para que passem da luz intestinal ao sangue, visto que o organismo não é capaz de absorver moléculas maiores. Esses carboidratos serão degradados até que cheguem ao monossacarídeo glicose. A glicose é uma molécula formada por 6 átomos de carbono que, além de um excelente combustível, é também uma precursora muito versátil, capaz de suprir uma enorme variedade de intermediários metabólicos em reações biossintéticas.
A glicose proveniente da alimentação será a base para a formação de energia necessária para a manutenção do nosso organismo, e para que realizemos nossas funções diárias.
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quarta-feira, 28 de março de 2012


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Técnica de Ferlização in vitro pode ser realizada pelo SUS em 2012

Por Amanda Rossi - Reportagem retirada do site G1(do dia 24/03-2012)



  O Ministério da Saúde montou um grupo de trabalho para discutir a inclusão da fertilização in vitro na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) ainda em 2012 -- sete anos depois da primeira portaria que determinava o atendimento para casais que precisassem do procedimento. Se a medida for aprovada, será a primeira vez que o governo federal vai bancar os custos da mais eficiente forma de engravidar para quem tem problemas de fertilidade -- um procedimento que pode custar até R$ 50 mil por tentativa em médicos particulares.
  A fertilização in vitro é uma técnica de reprodução assistida onde óvulo e espermatozoide são fecundados em laboratório. Depois, o embrião é implantado diretamente no útero na mãe. A técnica tem mais sucesso que a inseminação artificial, mas também é mais cara. Em clínicas particulares, o custo de uma tentativa gira em torno de R$ 15 mil a R$ 20 mil, mas pode ir a R$ 50 mil. A chance de engravidar na primeira tentativa é de 30%, dependendo da idade da mulher.
  O Ministério da Saúde confirmou a intenção de colocar o procedimento na tabela do SUS até o fim do ano, mas não quis dar detalhes sobre como e exatamente quando isso iria acontecer. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, preferiu não comentar a movimentação no Ministério sobre o assunto. Segundo a assessoria de imprensa da pasta, estão sendo discutidos quais seriam os impactos financeiros da medida e onde seria implantado o serviço.
  No início de março, o Ministério da Saúde anunciou que estava estudando colocar técnicas de "reprodução assistida" no SUS, sem especificar exatamente qual delas. Ao G1, a assessoria confirmou que uma das técnicas em estudo é a fertilização in vitro.
  Atualmente, são oferecidos pelo SUS 31 procedimentos de reprodução humana assistida -- a maioria, exames preparatórios para tratamentos mais complexos, como a própria fertilização. 
  A coordenadora do Centro de Ensino e Pesquisa em Reprodução Assistida do Hospital Regional da Asa Sul, de Brasília, Rosaly Rulli, faz parte do grupo de trabalho do Ministério. “Não está sendo discutido nada além da fertilização in vitro. O ministério já tem vários programas para o restante [das áreas da reprodução humana assistida], só a fertilização que não tem”, diz ela.
  "Tivemos a primeira reunião no final de fevereiro. Agora, há outra reunião marcada para abril. Estamos avançando”, conta. O hospital é referência em fertilização in vitro gratuita, com verbas do governo do Distrito Federal.
  A primeira vez que surgiu a possibilidade de colocar a fertilização no SUS foi em março de 2005, quando o Ministério publicou uma portaria que determinava o oferecimento da fertilização pelo SUS a pessoas com dificuldade para ter filhos. Quatro meses depois, ela foi suspensa para a avaliação dos impactos financeiros.
  “A grande dificuldade foi [a falta de] recursos. Esse é um tipo de tratamento que tem um custo elevado. Quando fomos debater a política com estados e municípios, houve um movimento muito forte que pontuou que isso não era prioridade”, lembra o senador Humberto Costa, que era ministro da Saúde em 2005, quando o programa foi lançado.
  “Hoje há uma demanda cada vez maior da sociedade. Além disso, ao longo destes últimos anos, muitas coisas que eram consideradas prioridades já foram contempladas por recursos da área da saúde. Acredito que hoje não existiria o mesmo tipo de resistência [para a inclusão da fertilização in vitro no SUS]”, opina Costa.





  Atualmente, existem pelo menos oito hospitais que realizam a fertilização in vitro de forma gratuita, custeada por secretarias estaduais de saúde e orçamentos próprios de universidades. De acordo com levantamento realizado pelo G1, cada ciclo de fertilização in vitro custa para os cofres públicos entre R$ 2,5 mil e R$ 12 mil, dependendo do hospital onde é realizado. 
Veja a reportagem completa: CLIQUE AQUI





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domingo, 25 de março de 2012


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Dicas para pipetagem - Postado por Biomedicina Padrão


A pipeta é um instrumento de precisão confiável e tem sido usada e confiada há muitos anos. Contudo, como há várias formas de manuseio, uma pipeta só irá operar bem se o operador souber usá-la. Diferenças nas técnicas podem alterar o volume aspirado e interferir diretamente nos resultados obtidos. As seguintes dicas são um guia para uma técnica de pipetagem adequada para produzir resultados laboratoriais mais precisos:

 



1. Umedeça a ponta antes

Aspire e despreze completamente uma certa quantidade do líquido, pelo menos três vezes, antes de aspirar definitivamente. Falhas nessa etapa aumentam a evaporação por causa do ar restante na ponta, que pode causar significante diminuição do volume desejado. Umedecendo a ponta você reduzirá a evaporação.


2. Trabalhe em temperatura ambiente

Deixe que os líquidos e equipamentos fiquem em T.A. antes de pipetar. O volume de líquido pipetado varia com a umidade relativa e pressão do líquido – sendo que ambos são termo-dependentes. Trabalhando em uma temperatura constante minimiza variações do volume pipetado.


3. Examine a ponta antes de dispensar a amostra 

Antes de dispensar, cuidadosamente, remova as gotículas das laterais da parte externa da ponta com um papel-toalha, tomando cuidado para não encostar na parte inferior da ponta. Encoste a ponta na lateral do tubo para dispensar o liquído remanescente. A tensão superficial vai ajudar a retirar esse resto de líquido.


4. Padronize a pipetagem 

Aperte o botão até o primeiro estágio, mergulhe a ponteira no líquido e aspire-o, soltando o botão. Remova a pipeta do líquido e aperte o botão até o segundo estágio para dispensar todo o conteúdo. A padronização resulta em uma melhor precisão e exatidão.


5. Faça uma pausa depois da aspiração 

Depois de aspirar e antes de remover a ponteira do líquido, espere um segundo. Faça uma pausa o mais consistente possível. O líquido continua a fluir para a ponteira por um momento depois que você solta o botão. Ao mesmo tempo, a evaporação na ponteira está ocorrendo. Fazendo uma pausa consistente balanceia os dois efeitos e garante uma correta aspiração.


6. Retire a pipeta verticalmente 

Na aspiração, mantenha a pipeta na vertical e a retire diretamente do centro do tubo. Essa técnica é especialmente importante quando está se pipetando pequenos volumes (menos de 50µL). Segurando a pipeta em um ângulo enquanto é removida do líquido altera o volume aspirado. Encostar nos lados do tubo também causa perda do volume.


7. Evite ficar segurando a pipeta 

Segure a pipeta livremente, e guarde-a enquanto não estiver usando. A calor do corpo transferido durante a pipetagem altera o equilíbrio de temperatura, que leva à variações no volume.


8. Mergulhe a ponteira na profundidade certa 

Antes de aspirar, mergulhe a ponteira adequadamente abaixo do menisco. Pipetas de grandes volume (1 a 5 mL) devem ser imersas de 5 a 6 mm, enquanto pipetas de pequenos volumes devem ser imersas de 2 a 3 mm. Menos do que isso há o risco de se aspirar ar.


9. Use a ponteira correta 

Use ponteiras de boa qualidade, de preferência da mesma marca da pipeta. Marcas alternativas também são aceitáveis, desde que comprovado sua compatibilidade com o modelo da pipeta. Uma má combinação de ponteira e pipeta pode resultar em imprecisão, inexatidão ou ambos.


10. Use velocidade e pressão consistentes 

Aperte o botão suavemente, com força e pressão constantes, até o primerio estágio. Mergulhe a ponteira; então solte o botão a uma taxa constante. É tudo uma questão de ritmo – a repetição gera resultados reprodutíveis.


O Impacto do Treinamento


  As técnicas variam de acordo com a experiência, preferências e treinamento do profissional. Essas diferenças na execução podem afetar a exatidão e precisão dos ensaios laboratoriais. Para assegurar a exatidão e consistência, os laboratórios devem adotar procedimentos padrões de pípetagem e assegurar-se de que todos os profissionais estão treinados e no mesmo nível de proficiência.

Erros mais comuns:

1. Trabalhar muito rápido

2. Remover a ponteira antes da completa aspiração

3. Arrastar a ponteira nos lados do tubo

4. Soltar o botão rápido

5. Não umedecer a nova ponteira, principalmente com líquidos voláteis.
Ten tips to improve pipetting technique, by George Rodrigues, PhD. Medical Laboratory Observerwww.migre.me/653sG
Fonte: 
http://muitoalemdabioquimica.blogspot.com.br/2011/11/pipetagem-via-biomedicina-padrao.html - Via Biomedicina Padrão

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quarta-feira, 21 de março de 2012


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Microscópio de bolso


  Você já pensou nisso? Acho que é o sonho de qualquer biomédico. Pois não é que cientistas finlandeses do VTT Technical Research Centre, desenvolveram um acessório óptico que transforma um celular com câmera comum em um microscópio de alta resolução.
O dispositivo tem uma precisão de um centésimo de milímetro e tem potencial para beneficiar, entre a indústria de impressão, os consumidores, a empresa de segurança, e até mesmo profissionais de saúde.Os primeiros modelos devem ser lançados ainda em 2012.
  A ferramenta trabalha baseada em imagens produzidas pelo efeito combinado de uma luz de LED e uma lente óptica. Várias superfícies e estruturas podem ser examinadas em detalhes microscópicos e a câmera do telefone celular pode ser usada para produzir imagens de alta resolução que podem ser enviadas como mensagens de MMS.
  Para transformar um telefone celular comum em um microscópio, os pesquisadores anexaram um módulo microscópio magnético fino na frente da lente normal da câmera. O dispositivo se encaixa facilmente no bolso do usuário, ao contrário de microscópios convencionais.
  A lente macro do microscópio móvel aumenta objetos de forma eficaz. O campo de visão da câmera é de 2 x 3 milímetros. Alguns LEDs foram colocados na borda exterior da lente, permitindo que os objetos sejam iluminados a partir de diferentes ângulos, podendo criar imagens
  O microscópio móvel é adequado para examinar superfícies e ambientes, para avaliar questões de segurança ou determinar a presença de agentes que podem colocar a saúde em risco.
  O dispositivo também pode ser aplicado para estudar do meio ambiente. Outra aplicação potencial é a avaliação de estruturas têxteis, tais como fios de cabelo, ou a estrutura fibrosa do papel. Existem também várias aplicações potenciais no mundo dos jogos.

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