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sábado, 2 de março de 2013


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Área de atuação: Embriologia e Reprodução

Uma das áreas de atuação do Biomédico segundo o CFBM é embriologia e a reprodução humana, uma área que vem crescendo exponencialmente e atraído muitos profissionais. A Reprodução Humana Assistida é um conjunto de técnicas que visa a viabilização da gestação de mulheres com problemas para engravidar, e o biomédico especialista nesta área pode atuar como como embriologista.  Assim o Blog “Biomedicina em Ação” desvenda a área e mostra os aspectos da carreira e como fazer para ser um embriologista clínico.


O que é embriologia?
Embriologia é a ciência que estuda a formação e o desenvolvimento dos órgãos e sistemas do ser humano.  Todo organismo sofre mudanças progressivas durante sua vida. Essas mudanças são muito mais pronunciadas e rápidas nas fases mais jovens do desenvolvimento, principalmente na fase embrionária. E embora o nascimento seja um momento que marca o término de uma fase e o início de outra, não representa o fim dos processos de desenvolvimento humano. A embriologia se ocupa das transformações sofridas pelo óvulo até o nascimento. Em termos didáticos, engloba o período de gametogênese, fertilização, clivagem, gastrulação e organogênese.
Assim, cabe aos Embriologistas investigar os diversos aspectos da fertilidade, bem como a sua deficiência. Eles executam serviços rotineiros de procedimentos diagnósticos e terapêuticos embriológicas, como a fertilização in vitro (FIV), em hospitais e clínicas, comunicam-se com os pacientes sobre as opções de tratamento específicas sobre soluções de infertilidade, fertilidade e pesquisa com outros médicos, aconselhamento, enfermagem e pessoal administrativo.
Embriologistas clínicos precisam de uma compreensão teórica e prática da biologia reprodutiva humana, embriologia, infertilidade e tecnologia de reprodução assistida . Eles também precisam manter-se atualizado com as normas vigentes e legislação envolvendo esses temas. A embriologia é um campo de rápido desenvolvimento que tem visto um crescimento enorme nos últimos 20 anos. 

Atividades típicas de trabalho

O trabalho de um embriologista clínico pode envolver:

Ø determinar os níveis de fertilidade dos indivíduos;
Ø a coleta de óvulos e espermatozoides (gametas) de pacientes para processamento; (atividade restrita a médicos)
Ø mantendo a viabilidade de gametas e embriões, tecidos durante o processamento;
Ø micromanipulação e teste de adequação de cada gameta;
Ø preparação de gametas e do meio ambiente para a FIV e facilitação de fertilização;
Ø utilizando tecnologias de reprodução assistida (ART) para ajudar com infertilidade;
Ø preservação de gametas e embriões para uso futuro;
Ø cultura de embriões e criopreservação;
Ø monitoramento do desenvolvimento embrionário;
Ø seleção de embriões para transferência para as mulheres beneficiárias, de pesquisa ou outro uso pretendido e a implantação de embriões em órgãos reprodutivos;
Ø monitoramento e manutenção cryobanks;
Ø manter uma compreensão da biologia reprodutiva humana, embriologia, infertilidade e arte;
Ø ter conhecimento e cumprimento de controle de qualidade, questões éticas e regulamentos em torno de gametas e manipulação de embriões;
Ø cuidados e manutenção de equipamentos;
Ø manutenção de registos.

Cabe aos embriologistas – médicos, biólogos, biomédicos – iniciar a cultura dos óvulos e espermatozoides para a fertilização, e entregar o cateter ao médico para a fecundação do embrião. As oportunidades de trabalho incluem, além das clínicas de reprodução humana e bancos de sêmen, as instituições de pesquisa no ramo da biologia, veterinária e genética.

Como seguir a área?
Especialização na área de embriologia e reprodução humana, que pode ser feito na categoria Lato sensu e/ou Stricto Sensu ( Mestrado e Doutorado ).
Assim concluímos mais uma matéria sobre as áreas de atuação da Biomedicina! Gostou, se interessou? Contate-nos, ficaremos felizes em ajuda-los!

Gostaria de saber mais:
Sociedade Brasileira de Tecnologia de Embriões (SBTE): http://www.sbte.org.br/
Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH):

Fontes:
http://www.anatomiaonline.com/anatomia-materiais-de-anatomia-humana/embriologia/introducao.html
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012


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Alimentação e Infertilidade - Reprodução Assistida

Entrevista sobre Reprodução Humana - TV Cultura.

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quarta-feira, 28 de março de 2012


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Técnica de Ferlização in vitro pode ser realizada pelo SUS em 2012

Por Amanda Rossi - Reportagem retirada do site G1(do dia 24/03-2012)



  O Ministério da Saúde montou um grupo de trabalho para discutir a inclusão da fertilização in vitro na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) ainda em 2012 -- sete anos depois da primeira portaria que determinava o atendimento para casais que precisassem do procedimento. Se a medida for aprovada, será a primeira vez que o governo federal vai bancar os custos da mais eficiente forma de engravidar para quem tem problemas de fertilidade -- um procedimento que pode custar até R$ 50 mil por tentativa em médicos particulares.
  A fertilização in vitro é uma técnica de reprodução assistida onde óvulo e espermatozoide são fecundados em laboratório. Depois, o embrião é implantado diretamente no útero na mãe. A técnica tem mais sucesso que a inseminação artificial, mas também é mais cara. Em clínicas particulares, o custo de uma tentativa gira em torno de R$ 15 mil a R$ 20 mil, mas pode ir a R$ 50 mil. A chance de engravidar na primeira tentativa é de 30%, dependendo da idade da mulher.
  O Ministério da Saúde confirmou a intenção de colocar o procedimento na tabela do SUS até o fim do ano, mas não quis dar detalhes sobre como e exatamente quando isso iria acontecer. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, preferiu não comentar a movimentação no Ministério sobre o assunto. Segundo a assessoria de imprensa da pasta, estão sendo discutidos quais seriam os impactos financeiros da medida e onde seria implantado o serviço.
  No início de março, o Ministério da Saúde anunciou que estava estudando colocar técnicas de "reprodução assistida" no SUS, sem especificar exatamente qual delas. Ao G1, a assessoria confirmou que uma das técnicas em estudo é a fertilização in vitro.
  Atualmente, são oferecidos pelo SUS 31 procedimentos de reprodução humana assistida -- a maioria, exames preparatórios para tratamentos mais complexos, como a própria fertilização. 
  A coordenadora do Centro de Ensino e Pesquisa em Reprodução Assistida do Hospital Regional da Asa Sul, de Brasília, Rosaly Rulli, faz parte do grupo de trabalho do Ministério. “Não está sendo discutido nada além da fertilização in vitro. O ministério já tem vários programas para o restante [das áreas da reprodução humana assistida], só a fertilização que não tem”, diz ela.
  "Tivemos a primeira reunião no final de fevereiro. Agora, há outra reunião marcada para abril. Estamos avançando”, conta. O hospital é referência em fertilização in vitro gratuita, com verbas do governo do Distrito Federal.
  A primeira vez que surgiu a possibilidade de colocar a fertilização no SUS foi em março de 2005, quando o Ministério publicou uma portaria que determinava o oferecimento da fertilização pelo SUS a pessoas com dificuldade para ter filhos. Quatro meses depois, ela foi suspensa para a avaliação dos impactos financeiros.
  “A grande dificuldade foi [a falta de] recursos. Esse é um tipo de tratamento que tem um custo elevado. Quando fomos debater a política com estados e municípios, houve um movimento muito forte que pontuou que isso não era prioridade”, lembra o senador Humberto Costa, que era ministro da Saúde em 2005, quando o programa foi lançado.
  “Hoje há uma demanda cada vez maior da sociedade. Além disso, ao longo destes últimos anos, muitas coisas que eram consideradas prioridades já foram contempladas por recursos da área da saúde. Acredito que hoje não existiria o mesmo tipo de resistência [para a inclusão da fertilização in vitro no SUS]”, opina Costa.





  Atualmente, existem pelo menos oito hospitais que realizam a fertilização in vitro de forma gratuita, custeada por secretarias estaduais de saúde e orçamentos próprios de universidades. De acordo com levantamento realizado pelo G1, cada ciclo de fertilização in vitro custa para os cofres públicos entre R$ 2,5 mil e R$ 12 mil, dependendo do hospital onde é realizado. 
Veja a reportagem completa: CLIQUE AQUI





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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011


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Fertilização In Vitro

Conheça um pouco mais sobre a Fertilização In Vitro, um dos métodos de reprodução assistida com maiores chances de bons resultados.


 Vídeo extraído do youtube: http://www.youtube.com/watch?NR=1&feature=endscreen&v=2ZIuoBs5-V4
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