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quarta-feira, 25 de maio de 2016


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50 fatos sobre a Biomedicina


No ano de 2016, a Biomedicina completa 50 anos! Em 1966 começava a aula inaugural do curso de Biomedicina, na UNIFESP, e depois em outras universidades, como a UERJ, inicialmente com o nome de “ciências biológicas – modalidade médica”).
E também esse ano, o Biomedicina em Ação completa 5 anos! Nascemos em meio de 2011, e seguimos até hoje, com muitas mudanças, novos conteúdos, parcerias, aprendizado e novidades.
Uma das novidades é o nosso canal no Youtube, e é para lá que nós vamos hoje, para comemorar esses grandes acontecimentos de 2016!
Que tal comemorar com os “50 fatos sobre a Biomedicina”? Inovei, e ao invés de falar “sobre mim” falei sobre a minha (e a nossa) paixão. Vem conferir!!!



Parabéns biomédicos que estão a cada dia na luta constante de salvar e preservar vidas, além de lutar por uma melhor colocação no mercado de trabalho e pelo melhor reconhecimento da profissão. E obrigada pelos quase 900 mil acessos no blog e 22 mil curtidas no facebook! São milhares de biomédicos em plena ação, que com certeza fazem toda a diferença para o desenvolvimento da saúde. 
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terça-feira, 17 de maio de 2016


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CFBM lança nota sobre Ação Civil Pública ingressa pelo Conselho Nacional de Técnicos de Radiologia


O Conselho Federal de Biomedicina (CFBM) lançou hoje uma nota sobre a Ação Civil ingressa pelo Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia, que trata da suposta ilegalidade da atividade do Biomédico no exercício da Radiografia e do Radiodiagnóstico, contra o CFBM nº 234 que regulamenta a imagenologia. O CFBM expõe a sua visão sobre o ocorrido e a proporção negativa que o fato têm tomado.
Expõe ainda que, não há ilegalidade, visto que a atuação do biomédico está regida pela Lei, e que, as informações colocadas em mídias pelos técnicos são “inverídicas” e que o CFBM aguardará as decisões do Poder Judiciário e apresentará sua defesa nos “prazos e parâmetros legais”.

Para ler a nota completa, clique aqui
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segunda-feira, 9 de maio de 2016


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Animais transgênicos no auxílio ao tratamento de doenças

A doença de Gaucher (pronuncia-se Gouchê), é uma doença genética rara. Caracteriza-se pelo comprometimento de órgãos como o fígado baço e sistema nervoso central, além de dor nos ossos. Isso se dá pela falha na produção de uma proteína chamada glucocerebrosidase, que atua no processamento de glicocerebrosídeos, um tipo de gordura celular.
Essa é uma doença que poderá ser tratada utilizando cabras transgênicas. A Universidade de Fortaleza (Unifor), no Ceará, está estudando cabras transgênicas que tenham no seu leite a glucocerebrosidase. A finalidade é extrair a proteína, purifica-la, e usar como biofármaco para combater a doença de Gaucher.
A simpática Gluca (nome dado devido à proteína) é a primeira cabra transgênica, e para iniciar o processo de purificação, os cientistas realizarão as primeiras análises com o leite natural da cabra, para então, poder transformá-lo em um fármaco injetável. Esse processo pode levar cinco anos ou mais, para então ser liberado para testes clínicos e submissão à Anvisa.
A empresa Quatro G, parceira do grupo da Unifor, fez a produção das sequências genéticas para a inserção do gene da glucocerebrosidase no genoma da cabra e o desenvolvimento da Gluca se deu pela técnica de clonagem com células geneticamente modificadas.

O primeiro passo é introduzir uma sequência genética complexa contendo o gene humano da proteína glucocerebrosidase em células de uma cabra. Quando o gene se incorpora ao genoma do animal, as melhores células são escolhidas pelos pesquisadores para inserção nos ovócitos, que são as células reprodutoras femininas, cujo DNA materno fora removido. Depois, o embrião clonado e transgênico é transferido para uma cabra não transgênica para o estabelecimento da gestação.



“A produção de um medicamento contra a doença de Gaucher no país poderá levar o governo brasileiro a economizar mais de R$ 140 milhões por ano –
R$ 200 mil por paciente – com medicamentos importados para os doentes que os recebem gratuitamente.”


Para ler a matéria completa na Revista Fapesp, clique aqui
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segunda-feira, 4 de abril de 2016


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Biomédico no Serviço Militar Brasileiro

Imagem: Ministério da Defesa.
A 11ª Região Militar abriu o Aviso de Convocação para seleção ao Serviço Técnico Temporário na área de Biomedicina. É uma grande e excelente oportunidade de ingresso do Biomédico no Serviço Militar.
Os candidatos de ambos os sexos devem ter idade entre 18 anos e 36, possuir graduação e gozar de boas condições físicas e mentais, além de outros atributos.
O biomédico aplicará seus conhecimentos técnico-profissionais em funções específicas de nível superior, bem como para a realização de atividades voltadas ao serviço ativo da Força Terrestre.


Para maiores informações, acessem o edital. (CLIQUEAQUI).
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quarta-feira, 23 de março de 2016


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FAPESP promove reajuste nos valores das bolsas


Ontem (22), o foi divulgado pela Agência FAPESP a aprovação do reajuste de 11% nos valores das bolsas oferecidas pela Fundação. Os reajustes serão feitos nas bolsas de Iniciação Científica (IC), Mestrado (MS), Doutorado (DR), Doutorado Direto (DD) e Pós-Doutorado (PD-BR), e valerá a partir de 1º de abril deste ano.
Os valores atualizados são: R$ 643,20 (IC), R$ 1.889,40 (MS 1 e DD 1), R$ 2.005,50 (MS 2 e DD2), R$ 2.784,60 (DR1 e DD3), R$ 3.446,40 (DR2 e DD4) e R$ 6.819,30 (PD-BR).
Além disso, outros programas como o Jovem Pesquisador, também receberá reajuste no valor das bolsas.

Mais informações: www.fapesp.br/valores/bolsasnopais
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segunda-feira, 14 de março de 2016


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HeroRats: ratos que detectam tuberculose na África

Estive em um curso na semana passada no Instituto Adolfo Lutz de Campinas (IAL-Campinas), sobre Capacitação em Biossegurança. Uma das palestras foi sobre vivência em um laboratório de nível III, de tuberculose. Um dos pontos interessantes da palestra foi quando tratou-se de uma forma um tanto inusitada de diagnóstico da tuberculose.
Imagem adaptada: G1.com
Na cidade de Maputo, capital de Moçambique, no sudeste da África, uma espécie de roedores foi treinada para o diagnóstico primário da tuberculose. Isso acontece desde 2013, e os ratinhos (nem tão pequenos assim), carinhosamente apelidados de “HeroRats” (ou “ratos heróis), foram responsáveis por detectar cerca de 1.182 casos da doença.


Este é um projeto que teve início na Tanzânia, pela organização belga chamada Apopo. Esta organização se dedica ao desenvolvimento de métodos de diagnóstico usando ratos treinados, por ser um método mais rápido e barato. No caso dos HeroRats, há uma precisão de 80% e 20 vezes mais rapidez no diagnóstico.
Os HeroRats são treinados para associar o som de um clique com uma recompensa em forma de comida, e logo depois, sentem o cheiro característico do Mycobacterium tuberculosis, a bactéria causadora da doença, e se familiarizam então para detectar a bactéria em amostras de escarro humano.
Quando o ratinho detecta a bactéria, sinalizam aos profissionais mantendo o nariz por pelo menos 3 segundos no buraco com as amostras de escarro. Sempre que indicam uma amostra positiva, ganham banana ou amendoim como recompensa. E o interessante é que eles sabem exatamente em qual das amostras ele parou!
Esta postagem não visa tratar sobre os assuntos bioéticos envolvidos, e nem o fato da chance de o animal ser contaminado e se há possibilidade de transmissão. Mas vale uma discussão acerca disso.

Fontes:
G1.com
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016


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Pesquisadores da Unicamp criaram um dispositivo capaz de detectar precocemente o câncer de mama


Cecília de Carvalho Castro e Silva e Lauro Tatsuo Kubota, líderes do estudo realizado no Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas, desenvolveram tal dispositivo contendo 64 sensores integrados, que podem detectar a proteína HER2 (Human Epidermal Growth Factor Receptor 2), em uma única gota de sangue. A presença da HER2 é um fator que indica o surgimento de um tumor na fase de pré-desenvolvimento, antes mesmo do aparecimento do nódulo mamário.
O câncer de mama deve atingir 57.960 mulheres em todo o Brasil, somente este ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Sendo assim, a busca por novos métodos de detecção precoce se faz extremamente necessária.

Cecilia Silva
Lauro Kubota
“Os métodos tradicionais utilizam o exame do toque da mama e a mamografia. No exame do toque a mulher só consegue identificar o câncer quando o nódulo já está com um centímetro ou mais. Na mamografia é possível detectar nódulos de até quatro milímetros. Nestes casos o câncer já está instalado e, muitas vezes, pode ser tarde”, diz Cecilia. E acrescenta: “Muitos estudos mostram que, seis meses antes da paciente começar a desenvolver o tumor, os níveis do HER2 no soro sanguíneo aumentam, passando do que seria um nível normal de 12 nanogramas por mililitros, até chegar ao estágio de 15 nanogramas por mililitros ou mais”.
O dispositivo é do tamanho de uma moeda de cinquenta centavos, e funciona como um transistor de efeito de campo (que funciona como amplificador) à base de grafeno (material bidimensional formado por uma única camada de átomos de carbono) modificado com nanopartículas de ouro. A condutividade elétrica do dispositivo pode ser modulada pela interação com espécies químicas e biológicas. No caso, o tipo de grafeno, o ouro e a imobilização orientada de anticorpos sobre o grafeno possibilitaram uma ultrassensibilidade. “Os anticorpos reconhecem especificamente esta proteína HER2. Portanto, quando estes anticorpos interagem com essa proteína, há mudanças nos valores de condutividade”.
Há ainda a possibilidade de fabricação de substratos plásticos, o que deixaria o dispositivo mais barato e o tornaria descartável.

Informações do site  Correio Popular 
Fotos: Antonio Scarpinetti/Divulgação

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016


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Cientistas da Unesp isolam bactérias do Aedes aegypti para combater Zika e Dengue

Foto: G1.com
Uma pesquisa em andamento na Unesp de Botucatu pretende combater a replicação do Zika Vírus e do vírus da dengue. Para isso, os pesquisadores da Universidade isolaram 28 bactérias do intestino do mosquito Aedes Aegypti.
O objetivo do estudo é procurar, dentre estas bactérias, alguma que confira ao mosquito resistência aos vírus, e liberá-las na natureza. Entretanto, o coordenador da pesquisa afirma que estudos posteriores deverão ser realizados para que essas bactérias sejam liberadas com segurança.
  
A reportagem completa você confere clicando aqui!

Resumo do artigo do pesquisador responsável Jayme Augusto de Souza-Neto
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016


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Noticiário científico - Por Fernando Mafra

O farmacêutico Fernando Mafra continua com seus noticiários científicos, e este está bastante interessante. Ele trata de um artigo sobre a violeta, aquela florzinha que quase todo mundo tem em casa, e um outro sobre a translocação de proteínas em células tumorais. Vale a pena assistir!

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domingo, 21 de fevereiro de 2016


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Ministério da Saúde lança cursos online sobre o vírus Zika para profissionais da saúde


Na última sexta-feira (19), o Ministério da Saúde juntamente com a Universidade Aberta do SUS (UMA-SUS), lançaram um curso destinado aos profissionais da saúde, abordando temas relacionados à suspeita, notificação, investigação, diagnóstico e conduta dos casos.
O curso denominado “Zika: abordagem clínica na atenção básica” tem 45 horas de duração, e é dividido em quatro unidades abordando a epidemiologia, prevenção, quadro clínico e abordagem de pacientes infectados, inclusive (e principalmente) as gestantes.


As matrículas já estão abertas e vão até 15 de fevereiro 2017! Para se increver e obter maiores informações, acesse http://unasus.gov.br/cursos/zika
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domingo, 8 de novembro de 2015


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Estudantes brasileiros ganham prêmios em competição na Universidade de Harvard


Team Protomatos (imagem facebook)
 Juntar várias áreas do conhecimento em um único propósito: isso é pensar fora da caixa. É algo que sempre queremos incentivar, e é exatamente isso que um grupo de estudantes dos cursos de ciências biomédicas, biotecnologia, ciências sociais, física estatística, química e arquitetura da Universidade de São Paulo (USP) fizeram. Essa união os levaram ao Biomod, uma competição de design biomolecular da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. A equipe volta ao Brasil com 3 prêmios: Bronze Project Award, o terceiro lugar no Audience Favorite e o prêmio de melhor Design da Camiseta. O Biomod foi criado em 2011, e sempre reuniu alunos de graduação do Japão, Dinamarca, Austrália e China. Esse ano, a equipe da USP foi a primeira da América Latina a participar da competição que traz desde nano robôs à computadores moleculares.
Para alcançarem a competição, além de muita pesquisa e persistência, o Team Protomatos realizou um financiamento coletivo (assim como a postagem abaixo da neurocientista Suzana Herculano) e conseguiram arrecadar quase R$ 17 mil reais. No site do financiamento, os alunos enviariam aos doadores, colares, chaveiros e cadernos em troca ao incentivo financeiro.
O projeto da equipe da USP visava utilizar a tecnologia de DNA Origami.

Octaedro de DNA. Imagem Dr. Cassio Alves (Catarse)

  DNA Origami consiste na “dobradura” do DNA para criar formatos bi e tridimensionais na escala nano. Esta tecnologia foi a matéria de capa da Nature em 16 de março de 2006. Desde então, o DNA origami progrediu desde uma forma artística de design molecular para diversas aplicações práticas, como sistemas de drug-delivery (entrega localizada de fármacos ) ou circuitaria de dispositivos plasmônicos. A maioria dessas aplicações, contudo, permanece como conceito ou em fase de testes.”

A ideia é melhorar o design de nanocages (caixas nanoméricas) em formato de octaedro, criadas a partir de trechos de DNA e alocar dentro delas vias metabólicas para testar a viabilidade de uma produção biotecnológica mais acessível e de baixo impacto ambiental. Como cada via metabólica utiliza enzimas em quantidades e tamanhos diversos, o grupo adotou um software desenvolvido pelo pesquisador Cássio Alves durante seu doutorado no Instituto de Física da USP para calcular as estruturas ideais dessas “caixas” de DNA sintético.




Fontes:
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terça-feira, 3 de novembro de 2015


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Neurocientista brasileira cria financiamento coletivo para dar continuidade à pesquisas

 

É notável que a ciência brasileira caminha a passos lentos, sem incentivo e investimento financeiro. Em uma entrevista para um canal de ciência do youtube, a neurocientista Suzana Heculano-Houzel já havia dito sobre o não repasse de verba do Governo para a sua pesquisa e que, portanto, houve a necessidade de arcar com algumas dispensas com dinheiro do seu próprio bolso.
Suzana é uma das cientistas mais importantes do país, defensora de várias causas que envolvem a ciência. Seu grupo de pesquisa funciona há 11 anos no Laboratório de Neuroanatomia Comparada na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para manter a sua pesquisa e não ter que fechar as portas do seu laboratório, Suzana teve a ideia de usar a internet a seu favor. Atualmente, é muito comum o financiamento coletivo via internet, que funciona da seguinte forma: você doa e recebe serviços ou materiais em troca. No caso do financiamento da neurocientista, lançado em 12 de outubro, quem doar recebe desde a imagem digital para capa do facebook à reunião, visita e palestra com Suzana.
O objetivo é arrecadar R$ 100 mil, e até o momento, o projeto já conseguiu arrecadar R$95.381,43!!!
  A ideia veio da necessidade. Com o corte do repasse de verbas dos governos federal e estadual, tive que tirar R$ 20 mil do meu próprio bolso para o trabalho continuar. Ou eu fazia alguma coisa ou mandava todo mundo para casa. Mais do que conseguir levantar os fundos, a iniciativa mostra para o governo que a gente valoriza a ciência brasileira. As pessoas querem ver a ciência funcionando. ”  
Para contribuir com o projeto da neurocientista e ajudar para que a ciência no Brasil não morra, basta acessar o link: Kicks

Fonte: Extra.com
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domingo, 27 de setembro de 2015


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Da vida real para a ficção

Etimologicamente, a palavra neurociência quer dizer: qualquer ciência, ramo de ciência ou conjunto de conhecimentos que se refere ao sistema nervoso. É uma área apaixonante, que nos apresenta várias vertentes e possibilidades de estudos. No Brasil, temos uma grande neurocientista, Suzana Herculano-Houzel, que além de produzir ciência, luta pelo reconhecimento do cientista como profissional.
Mas hoje, viemos apresentar a vocês, uma neurocientista que muitos conhecem na ficção, mas poucos sabem que ela é Ph.D em neurociência na vida real. Já ouviu falar da atriz Mayim Bialik? Melhor... a Amy Farah Foweler, uma nerd neurocientista, namorada do Sheldon (Jim Parsons), da série americana The Big Bang Theory. Conseguiu identificar?


Pois é, ela não só interpreta uma cientista como vive isso na realidade. Mayim Bialik é doutora em neurociência. Foi aceita em Harvard e Yale, mas recebeu seu Ph.D pela UCLA (University of California, Los Angeles) em 2008. Além de neurocientista, é autora de dois livros.

Mayim Bialik com um dos seus livros
Como atriz, foi indicada três vezes ao Emmy de melhor atriz coadjuvante pela sua interpretação em The Big Bang Theory, onde interpreta uma nerd cientista com um toque de excentricidade. Bialik é a única atriz da série de nerds a ostentar o título na vida real.

Cenas de The Big Bang Theory
Em um vídeo publicado em 2013 pelo canal do youtube “NOVA's Secret Life of Scientists and Engineers”, Mayim conta sobre a sua paixão pela ciência que vem desde criança, mas que nunca se imaginou seguindo esta carreira. “Eu achava que ser cientista era difícil demais e que eu não havia sido feita para isso”, diz. Mas na época de Blossom (uma série dos anos 90), seu desejo por se tornar cientista foi ainda maior pelo incentivo de uma professora. Seguiu então para a UCLA assim que o seriado acabou. Se dedicou ao doutorado e ao ensino em universidades.



Voltou à TV para interpretar uma personagem que tem muito dela mesma. “Amy tem um pouco de mim, ou melhor, várias coisas. Não é difícil interpretá-la porque empresto algumas características minhas a ela e a combinação disso é o que a torna divertida e séria ao mesmo tempo”. E Mayim ainda afirma o seu amor pela ciência e pela arte, e diz que é sim possível se apaixonar pelos dois ao mesmo tempo. Afirma ainda diz que seus professores a questionavam sobre o mundo da fama como atriz, e ela respondia: “mas ser uma cientista pode ser tão excitante, criativo e interessante quanto ser atriz”.
Um ponto que levantamos aqui é o que o site Guia do Estudante chamou a atenção: não é preciso se focar em uma só área e não se permitir conhecer ambientes totalmente distintos. Além disso, Mayim e a brasileira Suzana Herculano estão mostrando ao mundo que as mulheres estão cada vez mais inseridas na ciência, produzindo e se aperfeiçoando. Não deixa de ser um orgulho a todos nós!

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terça-feira, 8 de setembro de 2015


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Não seja mais um. Seja diferente!

A endometriose é uma doença que acomete muitas mulheres, mas que ainda hoje é negligenciada e pouco estudada pela comunidade científica. Isso faz com que as formas de diagnóstico sejam escassas, e o tratamento lento e traumatizante.
Créditos na imagem.
Ela é caracterizada pela presença de endométrio (tecido que reveste o interior do útero), fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve, como trompas, ovários, intestinos e bexiga.
Se não tratada, as consequências da endometriose podem variar, entretanto, as principais são a formação de aderência nos órgãos abdominais, infertilidade e comprometimento de órgãos como ovário, útero, bexiga e intestinos.
O comprometimento do útero foi o que aconteceu com a tia de Georgia Gabriela, de 19 anos. Muito possivelmente você já ouviu falar deste nome. Georgia é uma estudante brasileira, que saiu de Feira de Santana, a 100 quilômetros de Salvador, BA, e alcançou primeiro a oportunidade de estar em Harvard, foi aprovada em 9 universidades americanas, e decidiu por Stanford. 
A estudante se interessou pelo assunto quando viu a doença de perto, e então percebeu o quão pouco se fala na doença, e que no Brasil, as pesquisas acerca do tema não são muito precisas e não evoluem. Ela foi selecionada para um programa em Harvard, onde teve a oportunidade de mostrar seu projeto a grandes pesquisadores da área. Também através do seu projeto, foi selecionada em Stanford, e foi convidada a ministrar uma palestra na conferência TED, que reúne grandes pensadores e idealizadores de projetos, para contar de suas vidas em 18 minutos ou menos. O trabalho da estudante consiste em encontrar uma forma de diagnóstico da endometriose mais eficaz, acessível e invasiva.
Georgia Gabriela, em palestra na conferência TED. 
Esta notícia da aprovação de uma brasileira, vinda de uma cidade da Bahia, em 9 (!!!!) universidades americanas não é nova. Mas a partir da história de Georgia, queremos chamar atenção para alguns pontos.
O primeiro deles é a falta de incentivo à pesquisa no Brasil. Quem acompanha o cenário científico brasileiro sabe o quão precário e difícil é ser cientista por aqui. A começar pelo fato de que cientista não é profissão, é um eterno “estudante”. Haja vista o grande barulho causado pela neurocientista Suzana Herculano-Houzel (assunto para outra postagem), que defende a profissionalização do cientista. Vemos trabalhos não concluídos por corte de verbas, e grandes mentes saindo do país para fazer ciência fora, onde o incentivo é maior (como a própria Georgia está fazendo). E nós só perdemos com isso.
Outro ponto em questão é a força de vontade. Aqui, destacamos o fato de sair da sua zona de conforto, e alcançar lugares nunca imaginados, e com a humildade de olhar a realidade a sua volta. Georgia está em Stanford pelo impulso que teve ao ver a sua própria comunidade, e querer mudar.  
É fácil ir todos os dias a uma faculdade, sentar e ouvir o professor falar. Mas é importante pensar: “o que eu posso fazer com todo esse conhecimento?”. Chega a ser egoísmo guardá-lo todo para si. É claro que a história de Georgia é um tanto incomum de se ver, mas... porquê não? De fato, é importante “pensar fora da caixa” para alçar voos maiores. Não seja só mais um. Seja diferente!



Vale a pena conferir a palestra da estudante Georgia Gabriela, na TED:



E querem um bônus? O Luiz Guilherme, da página Vida de Biomédico, está nos EUA pelo CsF, e também teve a oportunidade de estagiar em Harvard. Vale a pena conferir os vídeos no canal do youtube: Luiz Hendrix.

Fontes:
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terça-feira, 28 de julho de 2015


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Telelab - educação continuada para profissionais da saúde

Mais uma vez, venho mostrar que o conhecimento está cada vez mais ao nosso alcance! Talvez poucos busquem outras fontes além dos livros e aulas da faculdade, mas viemos aqui lhes apresentar mais uma forma de aprimoramento! Descobri recentemente uma plataforma do Ministério da Saúde que disponibiliza vídeo-aulas, apostilas (em pdf), e certificação de conclusão! E é tudo de graça, e online!


Trata-se do Telelab, um programa de educação continuada, que disponibiliza CURSOS GRATUÍTOS, cujo público alvo são os profissionais da área de Saúde. Ele foi pensado em 1997, quando o Brasil sentia o impacto da epidemia de AIDS. Havia uma necessidade de capacitar mais profissionais para atender a população, além de padronizar as condutas e melhorar a qualidade do diagnóstico laboratorial em todo o país.
Inicialmente, ainda em 1997, foram produzidos oito cursos: Técnicas para coleta de secreções, Técnicas para coleta de sangue, Técnica de coloração de Gram, Cultura, Isolamento e identificação de Neisseria Gonorrhoeae, Diagnóstico laboratorial de Chlamydia trachomatis, Diagnóstico sorológico da sífilis e os dois cursos sobre diagnóstico sorológico da infecção pelo HIV: testes de Triagem e testes Confirmatórios. Posteriormente, outros cursos surgiram e outros atualizados. Obviamente, nos anos 90 a internet não caminhava como é hoje. Sendo assim, os cursos eram enviados gratuitamente pelo correio, gravados em fitas VHS e depois de uns anos, em DVD.
Em 2011 foi criada a plataforma online, e está no ar até hoje. São oferecidos 12 cursos, com 15 horas aula, e certificado pela Universidade Federal de Santa Catarina.



Como funciona?
É simples. O interessado pelo curso deve fazer um breve cadastro no site, escolher o curso e começar. Com login e senha, o aluno tem acesso aos vídeos e apostilas, e tem a opção de fazer download, assistir online ou ainda receber o DVD pelo correio. Terminada todas as aulas, o aluno passará por uma prova para receber o certificado de conclusão.
Além disso, o aluno tem acesso à uma biblioteca virtual, com fichas de notificação, livros e manuais.

Há uma infinidade de conteúdos disponíveis, ao nosso alcance. E boas ideias como o Telelab são sempre bem-vindas!


Informações para o texto: www.telelab.aids.gov.br
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quinta-feira, 9 de julho de 2015


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Domus Cursos - Renovando conhecimentos!



O Biomedicina em Ação tem o prazer de apresentar a nossa mais nova parceria: Domus Cursos! A Domus é a nova empresa instalada em Campinas, que proporcionará aos estudantes e profissionais da saúde uma nova visão do conhecimento, com cursos didáticos e interativos.
E já começamos a todo vapor, com dois cursos:

 


 Para maiores informações, acessem:
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domingo, 5 de julho de 2015


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Transplante de medula óssea será oferecido pelo SUS para tratamento de Anemia Falciforme

Anemia falciforme é uma doença hereditária monogênica caracterizada pela alteração dos glóbulos vermelhos do sangue, tornando-os parecidos com uma foice, pela alteração da sua membrana, rompem-se mais facilmente e causando anemia. É causada pela mutação de ponto (GAG->GTG) no gene da globina beta da hemoglobina, originando uma hemoglobina anormal, denominada hemoglobina S (HbS), ao invés da hemoglobina normal denominada hemoglobina A (HbA).
A doença originou-se na África e foi trazida às Américas pela imigração forçada dos escravos. No Brasil, distribui-se heterogeneamente, e é predominante entre negros e pardos, também ocorrendo entre brancos.
Devido ao encurtamento da vida média das hemácias, pacientes com anemia falciforme apresentam hemólise crônica que se manifesta por palidez, icterícia, elevação dos níveis de bilirrubina indireta, do urobilinogênio urinário e do número de reticulócitos.
Como não há tratamento específico para a doença, medidas como boa nutrição, profilaxia, diagnóstico e terapêutica precoce de infecções; manutenção de boa hidratação e evitar condições climáticas adversas são aplicadas a fim de minorar as consequências da anemia crônica. Não obstante, o acompanhamento ambulatorial e laboratorial se faz muito importante.  
Diante disso, no dia 01/07/2015, quarta-feira, foi publicada no Diário Oficial da União a inclusão do transplante de medula óssea para o tratamento da Anemia Falciforme no rol de procedimentos cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Parte das evidências científicas que contribuíram para a inclusão do tratamento na rede pública foi produzida em trabalhos realizados no âmbito do Centro de Terapia Celular (CTC) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP e sediado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, o centro é o único do Brasil que realiza o procedimento de maneira regular.”

A técnica é chamada de “transplante de células-tronco hematopoéticas alogênico”, e os primeiros trabalhos experimentais foram realizados em 2003, sob coordenação de Julio Voltarelli, pesquisador pioneiro no estudo com células-tronco e estudioso também em esclerose lateral amiotrófica, que faleceu em 2012. Já foram realizados 27 dos 40 transplantes em portadores de anemia falciforme. Na Europa já foram transplantados cerca 600 pacientes falciformes e 600 nos Estados Unidos, com um índice promissor de 90%, quando o doador é um irmão compatível; e mortalidade de 5%. Os transplantes com doadores não aparentados ainda são considerados experimentais.

“Essa experiência local foi muito importante para ajudar a mudar opiniões contrárias à inclusão do procedimento no SUS dentro do Ministério da Saúde. Havia apenas evidências sobre a segurança e a eficácia do método vindas da Europa ou dos Estados Unidos e nós mostramos que em nossos pacientes conseguíamos alcançar os mesmos índices de cura e sobrevida. Mostramos que muitos desses pacientes, que antes viviam sendo hospitalizados, passaram a levar uma vida normal e produtiva. Essa experiência local foi fundamental”, afirmou Belinda Simões, líder atual do projeto.

Fonte:

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quarta-feira, 25 de março de 2015


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Vacina contra a dengue pode ser liberada ainda este ano

(Texto Info)


A vacina contra a dengue da Sanofi Pasteur será lançada até o final deste ano ou no início de 2016. O produto está pronto, mas ainda precisa ser liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), informou a empresa nesta segunda-feira (23).
"Estamos reunindo toda documentação para enviar às agências reguladoras de vários países, inclusive a do Brasil, ainda no primeiro semestre", afirmou Sheila Homsani, do departamento médico da Sanofi.
A empresa vem investindo no desenvolvimento clínico da vacina há 20 anos e destaca que, atualmente, é a que está em estado mais avançado. O Instituto Butantan, de São Paulo, também desenvolve uma vacina contra a dengue, mas os testes estão na segunda fase - a terceira e última fase pode levar três anos.
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) quer antecipar o uso da vacina no Estado de São Paulo, que está à beira de uma epidemia. A terceira fase de testes seria ampliada para atingir um maior número de pessoas. O pedido de antecipação será apresentado à Anvisa.
A Sanofi Pasteur informou que a fase três de testes é fundamental para análise de eficácia da vacina em diferentes contextos epidemiológicos. Um dos estudos, realizado na América Latina, incluindo o Brasil, envolveu mais de 20 mil participantes em cinco países - crianças e adolescentes com idades entre 9 e 16 anos.
O estudo mostrou que a vacina reduziu 60,8% dos casos de dengue na população vacinada e foi eficaz contra os quatro sorotipos da doença. Também reduziu em 95,5% os casos graves e em 80,3% o risco de internações.
A vacina da Sanofi deve ser aplicada em três doses, uma a cada seis meses, para dar uma resposta equilibrada para os quatro tipos de vírus. A empresa investiu na construção de uma fábrica próximo de Lyon, na França, com capacidade para produzir 100 milhões de doses por ano.
O custo da vacina ainda não foi dimensionado. Até esta segunda, a empresa não havia sido procurada por órgãos do governo estadual e federal para apresentar sua vacina.
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015


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7 aplicativos para biomédicos




Desde sempre as novas tecnologias vem a contribuir com o desenvolvimento ao nosso redor, sobretudo com o compartilhamento de informações. É preciso então que nos aliemos a estas tecnologias para que estejamos sempre atentos ao novo, principalmente na área da ciência e saúde, já que há uma dinamicidade no surgimento de tais informações. Uma boa forma de se aliar a isto é através dos aplicativos disponíveis e muitas vezes acessíveis a todo mundo. Testei alguns aplicativos relacionados à ciência e saúde, e vou listar os que mais gostei. Vale a pena conferir para complementar os estudos e ficar bem informado. 



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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015


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Google lançará lentes de contato que medem níveis de glicose

As informações são da Revista Galileu

Imagem divulgação: Google. Fonte: Revista Galileu 
Olha mais tecnologia a favor da saúde! Depois de lançar os seus óculos 'smart', o Google Glass, a gigante da internet está testando lentes de contato. Não se trata de uma versão “mini” do óculos, mas servirá para medir o nível de glicose no fluido lacrimal de pacientes diabéticos.  
Para isso, o aparelho possui sensores minúsculos de glicose e chips wireless, capazes de reunir e transmitir os dados dos exames para um computador ou smartphone. Ou seja, o exame e o monitoramento é feito de forma constante - sem a necessidade de interromper as atividades do paciente ou extrair sangue. De acordo com os desenvolvedores do projeto, Brian Otis e Babak Parviz, o procedimento atual é doloroso e incômodo - e, por isso, muitos diabéticos não fazem quantos testes quanto deveriam.
Protótipos das lentes estão sendo testados no Google(x), um laboratório voltado a produtos inovadores. Como seu desenvolvimento ainda está em fase inicial, não há informações sobre quando a tecnologia estará disponível no mercado.
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