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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021


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Pesquisadores idealizam jogo para incentivo à vacinação

Jogo VACC. Fonte: levacc.csbiology.org

E quando a gente consegue aprender e conscientizar de uma forma divertida, é muito melhor, não? O pesquisador Prof. Dr. Helder Nakaya e outros membros da Campanha Todos Pelas Vacinas desenvolveu um jogo bem bacana que traz, além do tema principal que é a importância da vacinação, pontos muito relevantes como a importância da máscara e do isolamento social, a imunidade de rebanho, as variantes virais que surgem em epidemias e como elas podem escapar da proteção da vacina e até o perigo de se acreditar em Fake News.

O nome do jogo é VACC, e faz parte de um projeto de informatização das Cadernetas de Vacinação chamado Levacc, para uma melhor administração da vacinação de toda a população, o que poderia auxiliar a impedir epidemias e erradicar doenças. A idealização desse projeto teve apoio do INCT de Vacinas do CNPq, do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Vacinas da USP e da Universidade Federal do Paraná. A mecânica do jogo foi feita pelo Claudio Torres que faz informática biomédica na UFPR, com design de Allan de Carvalho do laboratório do Dr. Nakaya na USP e música do prof. Murilo Geraldo da UNICAMP.

Créditos do jogo e apoiadores. Fonte: levacc.csbiology.org

 Para jogar, basta utilizar o mouse e o teclado do computador. Simples, mas muito necessário! Vale a pena conferir. Clique aqui para acessar o jogo. 


Fonte: levacc.csbiology.org

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segunda-feira, 20 de maio de 2019


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Juntos e Shallow Now, versão biomédica


😅

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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016


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Mononucleose infecciosa - A doença do beijo

O carnaval já passou, mas ainda vale falar de assuntos bastantes emergentes principalmente nessa época do ano. As doenças transmitidas pelo beijo estão entre estes assuntos (o mais novo caso em discussão é a transmissão do Zika Vírus), e uma destas doenças é a mononucleose infecciosa, também conhecida como “angina monocítica” ou a popular “doença do beijo”.
A mononucleose é uma doença infecciosa transmitida pela saliva na maior parte dos casos, e raramente por transfusão sanguínea ou contato sexual. Seu agente etiológico é o Epstein-Barr Vírus (EBV), um vírus da família Herpesviridae. Trata-se de um dos vírus mais comuns entre humanos, estabelecendo infecção persistente em mais de 90% da população mundial adulta. Entretanto, segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia, no Brasil, há maior prevalência em crianças do que em adultos, mas a suscetibilidade é geral.
  
EBV. Fonte: www.epibeat.com
 Em algum momento de nossas vidas, seremos infectados pelo EBV, que é transmitido pela saliva, infectando primeiramente as células epiteliais da orofaringe, nasofaringe e glândulas salivares. Nessas células ocorre replicação, e os vírus então podem alcançar tecidos linfoides adjacentes e infectam linfócitos B.
Além da mononucleose infecciosa, o EBV está associado a outras desordens proliferativas de origem linfoide, tanto benignas, quanto malignas, tais como linfoma de Burkitt e doença de Hodgkin. Devido à esta forte associação com neoplasias, a identificação da mononucleose se faz bastante necessária.

Sintomas

Febre e comprometimento da orofaringe sob forma de faringo-amigdalite exudativa, com formação de placas brancas e exsudato, linfadenopatia (glândulas linfáticas inchadas, especialmente no pescoço). A fadiga está geralmente presente e pode permanecer durante vários meses.

Diagnóstico e achados laboratoriais


A mononucleose é inicialmente diagnosticada através da sintomatologia, mas o diagnóstico laboratorial é imprescindível para a conclusão. A maior característica laboratorial da mononucleose é a leucocitose com elevada linfocitose atípica. Para a confirmação da doença, pode ser realizada sorologia buscando detectar anticorpos heterófilos, bem como testes específicos de EBV relacionados com a resposta dos anticorpos aos vários antígenos durante o ciclo de vida do vírus. Confirma-se também pela demonstração do vírus, antígenos virais ou DNA viral através de hibridização com sondas de ácido nucléico e PCR.
Além disso, há aumento das enzimas hepáticas transaminases (TGO e TGP), pelas alterações provocadas no fígado e baço.

Para finalizar, um vídeo muito bacana do Canal Biomedicina Básica. Vale a pena conferir!



Fontes:
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sábado, 29 de novembro de 2014


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Com Você, Pela Vida - Canceronas Brothers vs. System Immune Boys

Há 3 anos atrás, quando comecei a estudar bioquímica, encontrei o Rap doPiruvato, um vídeo feito por estudantes de biologia, muito divertido que virou sucesso no Youtube. O vídeo é SENSACIONAL! Não bastasse a criatividade e inteligência para o vídeo do Piruvato (e tantos outros), o biólogo Pavel Popoff, criador do Canal Piruvato, gravou no ano passado um vídeo sobre o câncer para a Fundação do Câncer. E é incrível! Tem boy bands e tudo! Confiram:

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segunda-feira, 30 de junho de 2014


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Portadores do vírus HIV são menos suscetíveis ao vírus da gripe A, diz estudo do IOC

Título do artigo na Plos One - 30/06/2014

Hoje (30), foi pulicado na revista científica Plos One, uma pesquisa do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), sobre a susceptibilidade de portadores do vírus HIV em relação ao vírus da gripe A, o H1N1. O pesquisador Thiago Moreno explica que pacientes infectados pelo HIV são menos suscetíveis ao H1N1, o que é uma surpresa, já que esses pacientes apresentam-se em condição de imunocomprometimento, assim como portadores de cânceres ou transplantados. Ao contrários destes, os pacientes com HIV “não tiveram uma maior gravidade quando infectados pelo H1N1”, durante a pandemia de 2009.
Isso pode ser explicado pelo fato de que o vírus HIV inibe a replicação do vírus H1N1, expressando fatores de restrição, em especial uma proteína chamada IFITM3. “É como se o HIV se protegesse para que aquele organismo não fosse infectado por outro vírus, que iria competir com ele pela mesma célula”. As células demonstradas no estudo em que ocorre tal fenômeno são as células epiteliais do trato respiratório e os macrófagos, sendo as primeiras o principal local de replicação do H1N1.
"O HIV não infecta essas células. Mas partículas de HIV podem entrar em contato com a superfície dessas células. Isso basta para induzir essa resposta de aumento de IFITM3, que bloqueia a entrada de Influenza na célula", explica o pesquisador.
Além disso, a infecção estimula o recrutamento de células imunológicas, como os macrófagos “que são células suscetíveis tanto ao HIV quanto ao Influenza. E mesmo nessas células, a infecção pelo HIV leva a esse aumento do fator de restrição IFITM3, que bloqueia a entrada do Influenza, e a chegada do material genético do Influenza ao núcleo da célula", afirma.
A ideia agora é encontrar a porção da proteína IFITM3 que induz tal resposta, para que novas terapias para a gripe A e outras doenças como a dengue e a febre do Nilo, possam ser desenvolvidas.

Fontes: INFO e Folha Vitória. 

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terça-feira, 3 de setembro de 2013


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Microbiologia e Imunologia na UFRJ

A Semana de Microbiologia e Imunologia acontecerá de 7 a 11 de outubro, com as inscrições que vão até o dia 13 de setembro. Trata-se de um evento idealizado e realizado por alunos do Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas: Microbiologia e Imunologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Surgiu com o objetivo de integrar os estudantes de graduação das áreas biomédicas de todo o país, e de divulgar o Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas: Microbiologia e Imunologia, proporcionando aos seus participantes um intercâmbio cultural e, principalmente, científico, assim como o contato com pesquisadores de diversas instituições do país.
Concomitante à XIX Semana de Microbiologia e Imunologia, será comemorado o Centenário do Professor Paulo de Góes, idealizador e fundador do Instituto de Microbiologia, cujo nome foi adicionado ao nome da instituição como uma homenagem a todo o seu trabalho e empenho dentro da Microbiologia.

Para mais informações, acesse: http://semanamicroeimuno.com.br/#

O texto acima foi adaptado para esta publicação. Trata-se do texto indicado no site do evento.
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domingo, 4 de agosto de 2013


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Doação de Medula Óssea

Encontrei esse vídeo através do Canal do youtuber Cauê Moura, que fala sobre a leucemia, e o processo de doação de medula óssea. O vídeo é no mesmo formato de vlog, mas vale a pena conferir e espalhar a ideia para todo mundo. No final do vídeo vocês entenderão o motivo.



Mais informações: 
Hemocentros pelo Brasil
REDOME
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domingo, 24 de fevereiro de 2013


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Distúrbio do metabolismo de Carboidratos

Segundo estudo atualizado pelo CENSO-IBGE-2010 realizado pelo Ministério da Saúde, com a colaboração da Sociedade Brasileira de Diabetes, no Brasil há um número estimado de 12.054.827 (doze milhões cinquenta e quatro mil oitocentos e vinte quatro) pessoas com algum tipo de Diabetes. (SBD – 18 de Abril de 2012).


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domingo, 10 de fevereiro de 2013


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Células matadoras podem controlar o vírus da Aids

Pesquisadores norte-americanos e brasileiros testam com sucesso a eficácia de linfócitos T no combate ao HIV
Matéria publicada na revista FAPESP em outubro de 2012, traz uma nova abordagem ainda em estudo ao combate do vírus do HIV, a matéria escrita por  Maria Guimarães, trata de aspectos sobre o vírus e sobre o sistema imunológico, devido a sua importância e também como uma maneira de revisar alguns conceitos em imunologia o Blog Biomedicina em Ação resolveu postar a matéria na íntegra, espero que possa ajudar a todos e com certeza trazer uma nova esperança a esse temido vírus que a décadas vem assombrando a humanidade.
Segue abaixo o texto na íntegra:
Na guerra contra o HIV, vírus que causa a Aids, a busca por desenvolver uma vacina costuma se concentrar nos anticorpos, as proteínas do sistema imunológico responsáveis por atacar invasores. Um grupo de pesquisadores norte-americanos e brasileiros pode ajudar a mudar esse panorama – ou pelo menos ampliá-lo –, de acordo com resultados publicados neste domingo (30/9) na Nature. Eles mostraram que um tipo específico de linfócitos T – as células que orquestram o combate a infecções – tem um papel importante no combate aos vírus e estimular a sua produção pode vir a ser uma arma eficaz.
As estrelas do estudo são as células T CD8+, responsáveis por controlar a carga viral nos pacientes conhecidos como “controladores de elite” – pessoas que, apesar de infectadas com o HIV, não desenvolvem os sintomas da doença. “Uma em cada 300 pessoas infectadas consegue controlar a replicação do vírus”, explica o patologista David Watkins, da Universidade de Miami, coordenador do estudo. Em 70% dessas pessoas, segundo ele, é possível detectar uma assinatura genética especial, que agora se sabe estar relacionada ao funcionamento das células CD8. Falta ainda entender exatamente como funciona essa relação.
O importante é que esses linfócitos conseguem, por meio de uma ação tóxica, aniquilar as células do organismo invadidas pelo HIV. “O vírus precisa de células para se replicar, e as CD8 matam essas fábricas”, explica o pesquisador norte-americano, fluente em português graças a uma longa e frutífera colaboração com colegas brasileiros.
Um vírus aparentado ao que causa Aids em seres humanos, o vírus da imunodeficiência símia (SIV), foi usado para testar a eficácia dessas células imunológicas. Nas mãos da geneticista Myrna Bonaldo, do Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, a vacina contra febre amarela produzida na própria instituição ganhou fragmentos de DNA do SIV e foi aplicada em macacos rhesus infectados. O resultado foi marcante: “todos os macacos estão conseguindo controlar a replicação do vírus”, comemora Watkins. A eficácia é um mistério, porque nem todos os controladores de elite humanos conseguem combater tão bem a infecção. “Precisamos entender como isso funciona antes de podermos pensar numa vacina contra Aids”, ele completa, cauteloso.
Para o norte-americano, a colaboração com o grupo carioca é essencial pela experiência em produzir uma vacina segura que já imunizou mais de 400 milhões de pessoas. “A Fiocruz é líder nessa área, está produzindo a maior parte da vacina contra febre amarela usada no mundo”, afirma. O segredo do sucesso deve estar, em sua opinião, no fato de ser uma vacina viva, com vírus ativos embora atenuados – e por isso incapazes de causar a doença. Algum elemento dessa atividade viral, que ainda precisa ser desvendado, pode também ser responsável pelo sucesso da vacina modificada em ajudar os macacos a combaterem o SIV.
“Nosso estudo aponta um novo caminho possível, não mais focado em anticorpos, mas em controle da replicação do vírus mediante a indução da produção de células T CD8 protetoras pelo organismo”, explicou Myrna à assessoria de imprensa da Fiocruz. “É como se, na rodovia do estudo de vacinas para a Aids, estivéssemos fixando uma placa nova, apontando para um novo caminho, baseado na abordagem celular.”
Fonte:
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012


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APC

É,os fortes entenderão!
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terça-feira, 7 de agosto de 2012


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Vacina contra a gripe suína pode ter ligação com a rara síndrome de Guillain-Barré

A vacina contra a gripe H1N1 (famosa por ser chamada de suína) foi associada com um risco pequeno, mas significativo de desenvolvimento de doenças.
O estudo, realizado em Quebec, Canadá, possui autoria de um grupo de médicos e foi publicado na revista Journal of America Medical AssociationA pesquisa mostrou conexões, mas ainda controversas, com a síndrome de Guillain-Barré (SGB).
A última análise realizada por Philippe De Wals da Universidade Laval em Quebec, controlou um grupo de 4,4 milhões de pessoas que tomaram a vacina em 2009, mostrando que 25 pessoas desenvolveram a síndrome rara após 6 meses. Uma das dúvidas que ficaram no ar é o fato de que na cidade de Quebec 58 pessoas desenvolveram a síndrome, mesmo não tomando a vacina.
Alguns especialistas são cautelosos em falar de riscos de vacinas porque os benefícios superam os riscos. Geralmente, reações adversas ocorrem em populações vulneráveis com alergias pré-existentes ou distúrbios do sistema nervoso.
As vacinas salvam milhões de pessoas. A gripe mata mais de 500 mil por ano em todo o mundo. Só nos EUA são 40 mil pessoas, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças do país.
Nem sempre as vacinas são absolutamente seguras. Um famoso caso em 1955 ficou registrado na cabeça de muitas pessoas nos Estados Unidos. Um lote de vacina contra a poliomielite foi acidentalmente contaminado com o vírus completamente inteiro, infectando mais de 40 mil crianças, levando 55 ao estado de paralisia e 5 mortes. Este incidente quase destruiu a confiança pública em vacinas nas próximas campanhas que foram realizadas.
A síndrome de Guillain-Barré (SGB) é uma doença grave do sistema nervoso periférico, podendo causar paralisia parcial, dificuldades respiratórias e até a morte. A maioria dos pacientes se recupera depois de vários meses a um ano, embora a maior parte dos portadores não se recupera sem sequelas.
Esta síndrome está associada com a bactéria Campylobacter jejuni, de origem alimentar, mas também pode ser provocada por vírus. Boa parte dos pacientes que desenvolvem a síndrome de Guillain-Barré não possui causa detectada.
Em 1976, uma campanha de vacinação de gripe H1N1 deixou a população em pânico após 1.100 pessoas terem desenvolvido a síndrome de Guillain-Barré. Após 30 anos de investigação, um instituto de medicina concluiu em 2003 que o número de casos da síndrome de Guillain-Barré foi muito maior, quase 1 milhão de pessoas.
Os resultados do estudo em Quebec com a nova cepa do H1N1 são assustadoramente semelhantes às conclusões extraídas das dezenas de estudos sobre o surto de gripe suína de 1979. O atual estudo publicado na New England of Medicine examinou quase 90 milhões de doses de vacina contra a gripe suína na China e concluiu que não existe ligação direita com a síndrome, com apenas 11 casos registrados.
Embora o estudo afirme falta de dados para declarar a ligação das vacinas com a síndrome, o debate ficará no ar. Vários médicos americanos de renome internacional dizem que a vacina é perigosa ou não vale a pena para a maioria das pessoas.

Saiba mais sobre a Síndrome de Guillain-Barré, clicando aqui.
Fonte: Jornal Ciência 


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sábado, 25 de fevereiro de 2012


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A tal Imunologia


Os alunos PIRA na IMUNO!!!

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