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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015


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Entrevista: Dra. Brunna - Biomedicina Estética

Chegou a hora de falarmos sobre Biomedicina Estética! Convidei a Dra. Brunna Veruska de Paula Faria, biomédica hematologista, que acabou se apaixonando pela estética. Nesta entrevista ela conta como mudou o rumo da sua carreira e responde dúvidas dos leitores do Biomedicina em Ação.

BIOMEDICINA EM AÇÃO: Dra. Brunna, você se formou na Universidade Católica de Goiânia, atual PUC-GO. Por que você escolheu Biomedicina? O que mais lhe chamou a atenção no curso e na profissão?

DRA. BRUNNA: Bom, na verdade eu era estudante de Administração (fiz 2 anos) mas não gostava do curso por ser muito pacato, e na época eu visitei um laboratório de melhoramento genético da Embrapa e simplesmente fiquei encantada com tudo, com os aparelhos e decidi que queria trabalhar em laboratório, começou então a minha busca pelo curso que poderia me proporcionar aquilo, até então eu não conhecia a Biomedicina, e fiquei em dúvida entre ela e farmácia, visitei as faculdades UFG e PUC-GO e me rendi a Biomedicina. Até então o plano era que eu tinha certeza que ia querer trabalhar com a área de genética... mas nossos caminhos mudam e a gente descobre novas áreas e vai se apaixonando!

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terça-feira, 30 de dezembro de 2014


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Meu depoimento sobre a faculdade

O ano de 2014 foi, sem dúvidas, muito importante e especial. Pelo menos para mim e para a minha turma de formandos, da Universidade Paulista, de Campinas. Sim, acabou! Sim, somos biomédicos!
É tudo tão incrível e ao mesmo tempo assustador. Assustador no sentido de que estamos diante do novo, e agora com uma responsabilidade indiscutível nas mãos. A sensação é de que todo o tempo que reclamamos para que passasse rápido porque “não aguentávamos mais a pressão” realmente passou. E passou voando! Foram quatro anos cansativos, com muita pressão, muita correria (principalmente este último)... os mais intensos de todas as nossas vidas, creio eu. Foi um tempo de intensa aprendizagem, grandes e boas amizades, viagens... Certa vez escrevi aos calouros que a faculdade seria para eles uma das melhores fases de suas vidas. Hoje posso dizer com propriedade que realmente é.
O primeiro ano é sempre uma descoberta, e o ritmo começa a ficar mais intenso a cada dia “esfregando na nossa cara” que logo seremos profissionais, e que isso não é brincadeira (rsrs). Mas foi aí que o amor pela Biomedicina começou a ficar ainda maior e foi sendo lapidado...
Foi já no primeiro ano da faculdade, mais precisamente em maio de 2011, que nasceu o Biomedicina em Ação. A intenção era unir o meu gosto por escrever, com o amor pela Biomedicina, e de quebra, seria uma forma de estudar. Chamei o Jonatam Crispim (autor do blog) para vir nessa comigo, e para que levássemos à turma um apanhado de todo o conteúdo, e ajudássemos na hora de estudar. E por causa do blog, a minha vida na faculdade foi ainda melhor. Além de ampliar minha visão, tive a oportunidade de conhecer grandes nomes da Biomedicina, fazer bons amigos e parcerias. Logo chegou mais um colunista para o blog, o Élio Carvalho, que veio a contribuir positivamente para conteúdos antes não explorados.
Hoje sou muito feliz em dizer que sou colega de profissão de grandes biomédicos que sempre admirei muito e tive a oportunidade de conhecer, como o Dr. Jeffchandler, Dr. Roberto Figueiredo, o Brunno Câmara, e o Dr. Victor Proença.


Os anos seguintes da faculdade continuaram a proporcionar grandes experiências, como o XII Congresso Brasileiro e I Internacional de Biomedicina, em São Paulo, sem contar nos inúmeros cursos que tive a oportunidade de participar. O último deles, talvez o mais especial, foi o III Curso de Verão em Biologia Celular e do Desenvolvimento da USP, em São Paulo. Duas semanas incríveis! Preciso deixar registrado aqui o meu carinho pelos amigos que fiz durante este curso, e o conhecimento que levarei para toda a vida.


Muita gente me pergunta o que fazer para aproveitar bem a graduação, e eu sempre digo que é preciso fazer a diferença. Eu me orgulho de ter feito parte de uma turma que se fez ser notada. Fomos a primeira turma a criar eventos acadêmicos e minicursos para o curso de Biomedicina da Universidade, e inicialmente sem grande apoio da mesma.




E daí a faculdade foi preenchida também com monitorias, o estágio no Laboratório de Microbiologia do Departamento de Patologia Clínica da Unicamp e a iniciação científica no Laboratório de Bioenergética e Defesas Antioxidantes em Tripanosomatídeos do IB/Unicamp. E a comissão de formatura!!! É, arrumamos tempo para nos dedicarmos a isso também!  


Agradeço muito pelas conquistas e pelo aprendizado... mas principalmente agradeço à turma de 2011, aos amigos que se tornaram minha família... aos que se desesperaram, choraram, riram, abraçaram, e que hoje, junto comigo, são biomédicos competentes.


Este post foi mais um agradecimento e uma retrospectiva dos anos que vivi para tornar-me biomédica, e uma homenagem a minha turma (noturno e matutino). Vocês me proporcionaram quatro anos incríveis da minha vida, e deixo aqui um abraço a cada um de vocês, e meu desejo de que todos sintam-se realizados pessoal e profissionalmente.
É... acabou! O que eu sinto é que aprendi muito e estou pronta, mas ainda não sei nada. Isso faz sentido? Talvez faça, já que estou pronta para aprender ainda mais. Pronta para nunca mais parar de buscar o novo, para aprimorar o meu conhecimento e querer colocá-lo em prática.
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A todos os leitores do Biomedicina em Ação, principalmente àqueles que estão em dúvida em cursar esta faculdade, espero que este post possa lhes incentivar.
“Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida”
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sábado, 29 de novembro de 2014


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Com Você, Pela Vida - Canceronas Brothers vs. System Immune Boys

Há 3 anos atrás, quando comecei a estudar bioquímica, encontrei o Rap doPiruvato, um vídeo feito por estudantes de biologia, muito divertido que virou sucesso no Youtube. O vídeo é SENSACIONAL! Não bastasse a criatividade e inteligência para o vídeo do Piruvato (e tantos outros), o biólogo Pavel Popoff, criador do Canal Piruvato, gravou no ano passado um vídeo sobre o câncer para a Fundação do Câncer. E é incrível! Tem boy bands e tudo! Confiram:

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segunda-feira, 24 de novembro de 2014


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Um pouco de criatividade, e voilà!

Recebi pelo facebook um vídeo muito bacana postado pela Marcella Furtado. Ela tem um canal no youtube chamado Diário de Marcella. E o seu vídeo mais recente foi um DIY de como fazer uma lembrancinha um tanto quanto inusitada: hemácias no potinho. A ideia é divertida, e valeu pela criatividade! 


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quarta-feira, 19 de novembro de 2014


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A Biomedicina no YouTube!


Internet é realmente a porta para o entretenimento, e também para o conhecimento. Já pararam para pensar o quão rápido as coisas acontecem na internet, e o quão fácil é o acesso a tudo o que você precisa? Tem alguma dúvida? Joga no Google, e voilà!
Hoje a comunicação se tornou muito mais fácil e rápida, e percebemos a atualização de todas as áreas do crescimento em frações de minutos. Na Biomedicina não foi diferente. Primeiro surgiram os blog, e aqui cito o “Biomedicina Padrão”, o pioneiro de todos eles. Depois, as páginas e grupos no facebook, como o “Vida de Biomédico” e “Biomedicina da Depressão”. De forma positiva, a Biomedicina está sendo cada vez mais reconhecida! Há quase 3 anos atrás, quando criei o Biomedicina em Ação, queria contribuir de alguma forma para esse crescimento, e fico muito contente em ver a dimensão que a Biomedicina tomou.
E agora, começamos a expandir os horizontes não somente com textos. O YouTube também está sendo tomado! Me dei conta do vasto conteúdo voltado a nossa área, de excelente qualidade. Muitos deles, feitos por biomédicos ou alunos de biomedicina. Resolvi então listar alguns destes canais do YouTube, para compartilhar com quem por ventura ainda não conheça, o excelente conteúdo que é produzido e que pode acrescentar muito na formação pessoal e profissional de todos nós!

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domingo, 27 de julho de 2014


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Aprenda jogando - Plague Inc: Evolved

Imagine uma pandemia. Imagine o mundo inteiro lutando pela sobrevivência da humanidade, e imagine que você é o responsável por isso. Um pesadelo! Mas é só um jogo.

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domingo, 29 de junho de 2014


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Final de semestre

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sábado, 4 de janeiro de 2014


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As grandes mentes das ciências da saúde


Passamos a vida acadêmica vendo nomes de grandes pessoas que foram agraciadas com também grandes prêmios por sua brilhante intelectualidade. Outros, igualmente brilhantes, somente foram reconhecidos após a sua morte, e muitos novos continuam merecendo os nossos aplausos. Algumas outras grandes mentes trabalharam e são reconhecidas juntamente com outro grande nome. O Biomedicina em Ação reuniu (em ordem alfabética, e não de importância) 21 grandes mentes que contribuíram para as ciências da saúde, em algumas áreas específicas como biologia, medicina e química, já que como nos dizia uma professora nas aulas de genética e biologia molecular: “é sempre bom ver a cara do sujeito que descobriu”.

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terça-feira, 17 de dezembro de 2013


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The Lab Song - Paródia de The Lazy Song (Bruno Mars)


(Via Dayane Mendes - UNIP Campinas)



MUITO BOM!
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013


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Da série: mesmo assim nós amamos a Biomedicina!



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sábado, 9 de novembro de 2013


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Agrega valor - UC


Só uma coisa: ÓTIMO!!!
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domingo, 21 de julho de 2013


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Você sabe o que é a veisalgia?

Considerando que todos os biomédicos não são muito adeptos da bebedeira(ironia aqui), digamos que “algum amigo” seu já deve ter entrado na bebida, e veio achando que você era obrigado a curar a ressaca dele, porque afinal, você é um biomédico (ironia de novo)! Essa é a hora de mostrar que você sabe tudo sobre o metabolismo do etanol. Vale a pena conferir!


Veisalgia. Já ouviu falar? Este é o nome correto (e mais bonito) para “ressaca”. A palavra advém da palavra norueguesa “kveis”, que significa “mal-estar depois da orgia” (risos), e da palavra grega “algia”, que significa “dor”. É um nome apropriado, convenhamos, diante dos efeitos fisiológicos que a ingestão de álcool provoca. As características da veisalgia são cefaleia, náusea, sensibilidade à luz e ruídos, letargia, disforia e sede, e ocorrem quando os efeitos da bebida começam a desaparecer.
Mas vamos aos fatos. Quando o seu “amigo” bebe, o álcool entra na corrente sanguínea, através da absorção intestinal e gástrica, fazendo com que haja o bloqueio da produção do hormônio antidiurético (ADH) ou vasopressina, pela hipófise. O ADH é um hormônio inibidor da diurese, e é necessário em casos onde o organismo precisa reter líquido, mas nesta situação, se o ADH é bloqueado, há o favorecimento da diurese. Além disso, como está havendo ingestão de líquido, consequentemente há uma hipervolemia, e esse excesso de líquido será filtrado pelos rins e eliminado através da urina. É esse o motivo de frequentes micções após alguns copos de cerveja, e pela perda de líquido, ocorre a sede no dia seguinte, um dos efeitos da ressaca.
Todo este mecanismo é regulado por receptores osmóticos do hipotálamo. “Quando há um aumento na concentração do plasma - o que significa que este contém pouca água - os osmorreguladores estimulam a produção de ADH [...]”. Em contrapartida, se há baixa concentração do plasma, significa que há muita água, e o ADH é inibido.
Entretanto, não é só o álcool o vilão, mas também o primeiro produto dele. Trata-se do acetaldeído, produzido no fígado pela degradação do álcool por uma enzima chamada de Álcool desidrogenase. Após este processo, a reação continua com a enzima Aldeído desidrogenase, e será formado o acetato, que não é um composto tóxico. A reação prossegue formando Acetil-CoA, que pode entrar no Ciclo de Krebs, produzindo energia, ou produzir ácidos graxos. 


Dentro desta reação, há também a glutationa, uma substância essencial na transformação do acetaldeído em acetato. Temos então que, se a ingestão de bebida alcóolica é baixa, o álcool é convertido em acetato, e tudo está certo. Mas, se o consumo for alto, o estoque de glutationa se esgota e, portanto, há um acúmulo de acetaldeído, até que o fígado produza mais glutationa para ajudar a Aldeído desidrogenase a degradá-lo. Outras enzimas também estão envolvidas no metabolismo do álcool, e são elas: a CYP2E1 - principal componente do sistema microssomal hepático de oxidação do etanol (MEOS); e a catalase, - localizada nos peroxissomas dos hepatócitos, responsável por apenas cerca de 10% da oxidação.
Outro ponto em questão é a inibição da glutamina pelo álcool. A glutamina é um aminoácido precursor do glutamato e do GABA, neurotransmissores respectivamente excitatório e inibitório. Enquanto a pessoa bebe, a glutamina é inibida, e ao parar com a ingestão, o organismo volta a produzir a substância de forma desenfreada para tentar compensar o que não foi produzido. Se há aumento da produção de glutamina, consequentemente, os níveis dos dois neurotransmissores também se elevarão, o que provoca a sensação de “noite mal dormida”, pois a pessoa não consegue atingir os níveis saudáveis de sono.
E qual a relação entre a glicemia e o consumo de álcool? Quando não ingerimos carboidratos, o nosso organismo produz glicose através da quebra de lipídeos (gliconeogênese). Se a ingestão de álcool não for acompanhada pelo consumo de carboidratos que forneceriam energia ao corpo, o organismo deveria começar a produzir a glicose, mas isto não acontece. A explicação para isso é que, devido à toxidade do álcool, o organismo está “preocupado” em degradá-lo mais rapidamente que produzir energia. Ocorre então, a hipoglicemia, que pode levar à produção de corpos cetônicos, o que é mais grave que uma “simples” ressaca, pode levar ao coma. Mas... é esta hipoglicemia que causa os sintomas de cansaço e fraqueza. A dor de cabeça é causada pela diminuição da coagulação do sangue e desaceleração do fluxo sanguíneo no cérebro. Por causa disso, os vasos sanguíneos se dilatam, causando a dor de cabeça.
A irritação das células estomacais (gastrite alcóolica) por causa da secreção elevada de ácido clorídrico para a digestão do etanol é que provoca o vômito. Obviamente, a sensação não é nada boa, porém é positiva, pois livra o estômago do álcool, reduzindo as toxinas do organismo. Pode haver também diarreia e perda de apetite devido a este fator.
A fotossensibilidade, também um dos sintomas da ressaca (ou veisalgia), é devida à debilidade do sistema nervoso causada pela intoxicação do álcool. Há a excitação da retina, e ela se irrita com facilidade.
Vale ressaltar que a rapidez da absorção do álcool pelas mucosas intestinal e gástrica, pode alterar pela temperatura, presença de CO2 e de alimentos, portanto, se alimentar antes de beber é importante, além do fato de ter energia proveniente do alimento para ser gasta pelo organismo.

BÔNUS:

A parte séria da história: o alcoolismo

Além do coma alcóolico, citado no texto acima, há muitos outros fatos que devem ser levados a sério e repensados. Um deles é o alcoolismo. O álcool é uma droga responsável por um alto índice de alcoolismo, uma doença que certamente tem característica genética (estudos ainda estão sendo realizados para confirmar esta afirmação). Nos alcóolatras, o nível da enzima álcool desidrogenase aumentam muito rápido, diminuindo os efeitos intoxicantes do álcool. Consequentemente, os alcóolatras conseguem aturar um maior nível de etanol no sangue, que seria fatal a outras pessoas. A segunda parte da reação (formação do aldeído) é, assim como para todo mundo, o maior responsável pelos sintomas de mal-estar.
O alcoolismo traz consigo uma péssima alimentação, o que piora ainda mais a situação, visto que como afirma Campbell e Farrell (2008), o álcool é uma fonte vazia de calorias.

Fontes:
CAMPBELL, M. K.; FARRELL, S. O; Bioquímica. Thomson: 2008, v.3, 5.ed.
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sábado, 20 de julho de 2013


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Biomédico não é uma pessoa normal



A foto do sanduíche é só para despertar uma euforia dos Ascaris lumbricoides (vulgo lombriga) dentro de vocês hahahaha 
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quarta-feira, 3 de julho de 2013


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Quantos átomos morrem no teu corpo?

A Horizon, revista da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Portugal, mais uma vez com o seu espaço aqui no Biomedicina em Ação. E esta semana, o artigo é inédito! Em primeira mão, um pré-lançamento da próxima edição da revista. Vale a pena conferir!


Desde que começou a ler este artigo, já morreram mais de 40 000 átomos no teu corpo!!!

Mas vamos devagar... Como já se sabe, o corpo humano é feito de átomos, e estes por sua vez têm um núcleo muito pequeno no centro – de fato, ele é tão pequeno que se o átomo fosse a Terra inteira, o núcleo seria do tamanho de um campo de futebol – e eletrões à volta dele que ocupam o espaço quase todo. Acontece que alguns átomos têm núcleos suicidas (ou radioativos, como preferir). Estão absolutamente normais e, de um momento para o outro, o núcleo atira uma partícula para os vizinhos e morre, transformando-se em outro.
O físico Neozelandês Ernest Rutherford descobriu, no início do século XX, que a quantidade de átomos de um determinado tipo que morre em cada segundo é sempre proporcional ao número de átomos que existem – o leitor mais atento notará que esta quantidade deve então seguir uma lei exponencial – e a constante de proporcionalidade é o inverso do tempo que os átomos vivem em média.
O corpo humano é feito de vários tipos de átomos (especialmente Hidrogênio, Oxigénio e Carbono) e alguns deles são mais instáveis que outros. O Carbono-14 (C14) e o Potássio-40 (K40) são dois tipos de átomos particularmente malucos e aqueles que morrem mais frequentemente no teu corpo (ver tabela). Em cada segundo, há cerca de 3 mil átomos de C14 e 5 mil de K40 morrendo. Ou seja, desde que você nasceu já morreram dentro de ti vários biliões! Parece muito, mas corresponde a milhões de vezes menos do que o número total de átomos que existe num só cabelo.
Mas se acha que então saber isto não serve para nada, está muito enganado! Conhecendo este processo, e olhando para ossos de antigos animais, se soubermos a quantidade de átomos radioativos que eles ainda têm, é possível descobrir... a sua idade! E é também desta forma que se descobriu que a Terra existe há cerca de 4 mil milhões de anos.
É verdade... saber o ritmo a que os átomos do corpo humano morrem permitiu determinar a idade da Terra, saber há quanto tempo viveram os dinossauros, quando se extinguiram, perceber a evolução das espécies e descobrir que os nossos antepassados viveram na água.. Nada mau, não é?

Isótopo
Quantidade
Tempo médio de vida (S)
Atividade (Bq)




C-14
8,4 x 1014
2,6 x 1011
3,2 x 103
K-40
2,7 x 1020
5,7 x 1016
4,7 x 103


FERREIRA, J. – Pré-lançamento da 2ª edição da revista Horizon, de Lisboa, Portugal.

Facebook: Horizon
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quinta-feira, 6 de junho de 2013


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Cinco maiores arrependimentos antes de morrer


Via Mentes Eficientes
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quarta-feira, 24 de abril de 2013


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Biomédicos em Ação!


Galera,ando recebendo alguns pedidos para colocar fotos de turmas no blog. Alguns blogs e páginas do face já fazem isso,mas estou lançando um espaço "Biomédicos em Ação" para nossos leitores aparecerem também! Nada mais justo,não é?

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Quer aparecer no blog?

Envie sua foto (ou da turma) para o e-mail: biomedemacao@gmail.com.br
Coloque no assunto: BIOMÉDICOS EM AÇÃO
Não se esqueça de colocar a faculdade, período, cidade e estado, ou caso você já seja formado, coloque o seu local de trabalho, e afins.
Fica a critério de vocês enviarem os nomes.
O espaço valerá para tudo. É de vocês! Vale também mandar histórias engraçadas que aconteceram com vocês, vídeos, fotos de ações realizadas por vocês, vale para recados (tanto para os autores do blog,quanto para quem vocês quiserem).

E MAIS UMA VEZ, SEJAM MUITO BEM-VINDOS!
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segunda-feira, 22 de abril de 2013


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Xerox,livro ou PDF?

Novo canal do "Universidade Capenga" - Entretenimento para aliviar a cabeça HEHE

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013


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Loja Biomedicina em Ação

Agora você pode ficar ainda mais perto do blog!
O Biomedicina em Ação está lançando a sua camiseteria, e você pode conferir os modelos das camisetas e adquirir a sua.

Confira alguns modelos:
(Continue lendo, clique aqui)
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domingo, 12 de agosto de 2012


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Biomedicina no Globo Universidade


E a Biomedicina esteve no Globo Universidade! É ótimo ver que cada vez mais pessoas estão conhecendo esta profissão que tanto faz por elas.
Quanto à matéria realizada na UFRJ, posso dizer que ficou um tanto quanto incompleta, porém totalmente diferente das abordagens que vemos por aí. Muito se associou o biomédico às análises clínicas, porém o programa exibido no mês passado abordou mais a pesquisa.
Convenhamos, para falar sobre todas as áreas de habilitação do biomédico, um programa só não daria.
Então, para quem não quis acordar cedo para assistir, aqui está a primeira parte do programa.

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quinta-feira, 9 de agosto de 2012


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APC

É,os fortes entenderão!
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