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domingo, 14 de outubro de 2012


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Coleta de sangue venoso

Por Biomedicina Básica

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domingo, 16 de setembro de 2012


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Curso de Coleta de Materiais Biológicos - Famesp

No dia 15 de setembro de 2012, na cidade de São Paulo - SP, aconteceu o Curso de Coleta de Materiais Biológicos, realizado nas dependências da Faculdade Método de São Paulo (Famesp).
O curso foi composto por aula teórico-prática, na qual os alunos tiveram a chance de se aprimorar e conhecer novos métodos de coleta de materiais, dicas de como coletar, além de aprender na prática a coleta de sangue venoso e atendimento ao paciente.
Gostaria de agradecer imensamente à Dra. Laís e à Dra. Shirlei pela atenção, clareza e dedicação a nós prestada. Com certeza foi um dia maravilhoso para nós, já que aprender é sempre muito incentivador.
Não poderia deixar de agradecer também aos amigos Flavia Navarro, Mauricio Facchini, Tatiane dos Santos, Mariana Bastante, Bruno Bacciani e Renato Passos (também autor do blog) pelo dia maravilhoso que passamos!

Aqui vai algumas fotos:

Da esquerda para a direita: Tatiane, Mariana, Bruno, Thassia (eu), Dra. Shirlei, Dra. Laís e Renato. - Laboratório Famesp Método - São Paulo (SP).
Da esquerda para a direita: Tatiane, Bruno, Thassia (eu) e Renato. - Intervalo do primeiro tempo do curso - Amor doce - São Paulo (SP).
Da esquerda para a direita: Mariana, Bruno, Flavia, Dra. Shirlei, Dra. Laís e Renato. Famesp Método - São Paulo (SP).
Que tenhamos muito mais disso!
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quarta-feira, 13 de junho de 2012


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Como calçar luvas estéreis

Para não ter dúvidas: simples, rápido e fácil!



Retirado do Youtube
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domingo, 25 de março de 2012


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Dicas para pipetagem - Postado por Biomedicina Padrão


A pipeta é um instrumento de precisão confiável e tem sido usada e confiada há muitos anos. Contudo, como há várias formas de manuseio, uma pipeta só irá operar bem se o operador souber usá-la. Diferenças nas técnicas podem alterar o volume aspirado e interferir diretamente nos resultados obtidos. As seguintes dicas são um guia para uma técnica de pipetagem adequada para produzir resultados laboratoriais mais precisos:

 



1. Umedeça a ponta antes

Aspire e despreze completamente uma certa quantidade do líquido, pelo menos três vezes, antes de aspirar definitivamente. Falhas nessa etapa aumentam a evaporação por causa do ar restante na ponta, que pode causar significante diminuição do volume desejado. Umedecendo a ponta você reduzirá a evaporação.


2. Trabalhe em temperatura ambiente

Deixe que os líquidos e equipamentos fiquem em T.A. antes de pipetar. O volume de líquido pipetado varia com a umidade relativa e pressão do líquido – sendo que ambos são termo-dependentes. Trabalhando em uma temperatura constante minimiza variações do volume pipetado.


3. Examine a ponta antes de dispensar a amostra 

Antes de dispensar, cuidadosamente, remova as gotículas das laterais da parte externa da ponta com um papel-toalha, tomando cuidado para não encostar na parte inferior da ponta. Encoste a ponta na lateral do tubo para dispensar o liquído remanescente. A tensão superficial vai ajudar a retirar esse resto de líquido.


4. Padronize a pipetagem 

Aperte o botão até o primeiro estágio, mergulhe a ponteira no líquido e aspire-o, soltando o botão. Remova a pipeta do líquido e aperte o botão até o segundo estágio para dispensar todo o conteúdo. A padronização resulta em uma melhor precisão e exatidão.


5. Faça uma pausa depois da aspiração 

Depois de aspirar e antes de remover a ponteira do líquido, espere um segundo. Faça uma pausa o mais consistente possível. O líquido continua a fluir para a ponteira por um momento depois que você solta o botão. Ao mesmo tempo, a evaporação na ponteira está ocorrendo. Fazendo uma pausa consistente balanceia os dois efeitos e garante uma correta aspiração.


6. Retire a pipeta verticalmente 

Na aspiração, mantenha a pipeta na vertical e a retire diretamente do centro do tubo. Essa técnica é especialmente importante quando está se pipetando pequenos volumes (menos de 50µL). Segurando a pipeta em um ângulo enquanto é removida do líquido altera o volume aspirado. Encostar nos lados do tubo também causa perda do volume.


7. Evite ficar segurando a pipeta 

Segure a pipeta livremente, e guarde-a enquanto não estiver usando. A calor do corpo transferido durante a pipetagem altera o equilíbrio de temperatura, que leva à variações no volume.


8. Mergulhe a ponteira na profundidade certa 

Antes de aspirar, mergulhe a ponteira adequadamente abaixo do menisco. Pipetas de grandes volume (1 a 5 mL) devem ser imersas de 5 a 6 mm, enquanto pipetas de pequenos volumes devem ser imersas de 2 a 3 mm. Menos do que isso há o risco de se aspirar ar.


9. Use a ponteira correta 

Use ponteiras de boa qualidade, de preferência da mesma marca da pipeta. Marcas alternativas também são aceitáveis, desde que comprovado sua compatibilidade com o modelo da pipeta. Uma má combinação de ponteira e pipeta pode resultar em imprecisão, inexatidão ou ambos.


10. Use velocidade e pressão consistentes 

Aperte o botão suavemente, com força e pressão constantes, até o primerio estágio. Mergulhe a ponteira; então solte o botão a uma taxa constante. É tudo uma questão de ritmo – a repetição gera resultados reprodutíveis.


O Impacto do Treinamento


  As técnicas variam de acordo com a experiência, preferências e treinamento do profissional. Essas diferenças na execução podem afetar a exatidão e precisão dos ensaios laboratoriais. Para assegurar a exatidão e consistência, os laboratórios devem adotar procedimentos padrões de pípetagem e assegurar-se de que todos os profissionais estão treinados e no mesmo nível de proficiência.

Erros mais comuns:

1. Trabalhar muito rápido

2. Remover a ponteira antes da completa aspiração

3. Arrastar a ponteira nos lados do tubo

4. Soltar o botão rápido

5. Não umedecer a nova ponteira, principalmente com líquidos voláteis.
Ten tips to improve pipetting technique, by George Rodrigues, PhD. Medical Laboratory Observerwww.migre.me/653sG
Fonte: 
http://muitoalemdabioquimica.blogspot.com.br/2011/11/pipetagem-via-biomedicina-padrao.html - Via Biomedicina Padrão

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