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quinta-feira, 28 de março de 2019


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Plasma Rico em Plaquetas e Plasma Rico em Fibrina



Nos últimos anos, os estudos sobre o processo de coagulação se expandiram, e trouxeram à comunidade científica novas possibilidades de tratamentos que podem ser aplicados em diversas áreas, como odontologia, ortopedia, medicina esportiva, reumatologia, oftalmologia, dermatologia, estética dentre outras. Tais estudos envolvem os chamados PRP e PRF, aplicações promissoras para em vários campos pela rapidez e simplicidade dos métodos. Mas o que são PRP e PRF?
Ambos são métodos autólogos, de caráter não transfusional; ou seja, utiliza-se o sangue do próprio paciente para o procedimento. A sigla PRP vem do inglês “platelet rich plasma (plasma rico em plaquetas), também denominado plasma rico em fatores de crescimento (PRGF) ou concentrado de plaquetas (PC). Trata-se da concentração de plaquetas autólogas suspensas em uma pequena quantidade de plasma após a centrifugação que, com utilização de anticoagulante, resultada em um produto líquido que é indicado para tratamento menos complexos. É clinicamente usado para fornecer fatores de crescimento em altas concentrações para o local a ser regenerado ou para uma região que requer aumento.
Já a sigla PRF significa “platelet rich fibrin”, com tradução para o português de fibrina rica em plaquetas. Trata-se de um biomaterial de fibrina autóloga, rica em plaquetas e leucócitos, com uma composição específica e arquitetura tridimensional. O PRF é classificado como um concentrado de plaquetas de segunda geração, pois é preparado como um concentrado natural sem a adição de quaisquer anticoagulantes, permitindo obter membranas de fibrina enriquecidas com plaquetas e fatores de crescimento. O produto final tem consistência de gel, devido à presença da fibrina. É indicado para procedimentos de média e alta complexidade.
Os procedimentos de PRF e PRP ficaram mais conhecidos quando divulgados pela mídia no tratamento clínico e estético de algumas celebridades, como o jogador Neymar. Embora pareçam novas, há anos de estudos para que pudesse ser discutido sobre sua real eficácia. 

Ficou interessado no assunto? A Universidade Paulista – UNIP, de Campinas, está com um curso presencial de Capacitação em Fibrina Rica em Plaquetas (PRF), Plasma Rico em Plaquetas (PRP) e Venopunção, Bases Biológicas e Aplicações Clínicas.
  

Responsável: Profa. Dra. Maristela Cesquini – Bióloga pela Unicamp, mestre e doutora em Biologia Funcional e Molecular (área de concentração Bioquímica). Realizou pós-doutorado em Clínica Médica também pela Unicamp. Professora Titular de Bioquímica na Universidade Paulista para os cursos de Biomedicina, Farmácia, Medicina Veterinária e Odontologia.

Público: graduados em cursos superiores na área da saúde reconhecidos pelo Conselho Nacional de Educação.

Para maiores informações, clique aqui.
*Descontos especiais para ex-alunos e empresas conveniadas.

Fontes:
COSTA, P. A. SANTOS, P. Platelet-rich plasma: a review of its therapeutic use. Disponível em: <http://www.rbac.org.br/artigos/plasma-rico-em-plaquetas-uma-revisao-sobre-seu-uso-terapeutico/>. Acesso em 27/03/2019.
SOARES, R. P. et al. Plasma rico em plaquetas em lesões de joelho. Rev. Assoc. Med. Bras. vol.56 no.3.São Paulo. 2010.
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019


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Ciclo de Krebs (Ciclo do Ácido Cítrico)

Sempre que vamos estudar bioquímica metabólica, a primeira coisa que vem à cabeça é o famoso Ciclo de Krebs e o Mapa Metabólico, que assusta muita gente. Neste post, totalmente revisado, nós vamos te ajudar a entender melhor as reações do ciclo e fazer você se apaixonar por ele! Ah, vai... se você não se apaixonar, pelo menos que ajude a estudar para a prova! Já é um grande avanço, não? Rsrs
Antes de começar esta leitura, é interessante que leia o nosso post sobre a Via Glicolítica (ou Glicólise), já que o Ciclo de Krebs é a continuação do metabolismo da glicose.
Então, vamos lá! Esqueçam a ideia de que a Bioquímica Metabólica é Diabólica, tomem fôlego e vamos à postagem!

Terminada a glicólise! E olha que era apenas a primeira etapa da complexa oxidação da glicose. Vamos lembrar o que temos até agora: um saldo positivo de 2 ATP, 2 Piruvatos e 2 NADH.
O Piruvato formado segue um dos seus três destinos: formação do etanol ou lactato (ambas são vias anaeróbicas); ou a formação da Acetil-CoA (via aeróbica - do Ciclo de Krebs). Os organismos mais desenvolvidos como o homem, transformam o Piruvato em Acetil-CoA, para que no final, ele seja oxidado a H2O e CO2.

Destinos do Piruvato. Fonte: Researchgate.
  
 As células musculares podem seguir a via do Acetil-CoA ou do Lactato, sendo que nesta última não há um grande saldo de ATP. Por isso, é uma via utilizada em situações de emergência, como exercícios físicos sem preparação.
A via aeróbica do Ciclo de Krebs (que também pode ser chamado de Ciclo do Ácido Cítrico ou ainda Ciclo do Ácido Tricarboxílico- Ciclo TCA, pois algumas moléculas do ciclo possuem 3 carboxilas) é a mais complexa. Isso porque, para que o ciclo se inicie, o Piruvato deve ser convertido a Acetil-CoA, uma molécula de alta energia, com 2 carbonos. 
Imagine o nosso caminho até agora: a glicose entrou na célula, no citosol ocorreu a glicólise, e agora vamos para a matriz mitocondrial (de todas as células do organismo) para entender melhor como funciona o Ciclo de Krebs!


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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016


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Mononucleose infecciosa - A doença do beijo

O carnaval já passou, mas ainda vale falar de assuntos bastantes emergentes principalmente nessa época do ano. As doenças transmitidas pelo beijo estão entre estes assuntos (o mais novo caso em discussão é a transmissão do Zika Vírus), e uma destas doenças é a mononucleose infecciosa, também conhecida como “angina monocítica” ou a popular “doença do beijo”.
A mononucleose é uma doença infecciosa transmitida pela saliva na maior parte dos casos, e raramente por transfusão sanguínea ou contato sexual. Seu agente etiológico é o Epstein-Barr Vírus (EBV), um vírus da família Herpesviridae. Trata-se de um dos vírus mais comuns entre humanos, estabelecendo infecção persistente em mais de 90% da população mundial adulta. Entretanto, segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia, no Brasil, há maior prevalência em crianças do que em adultos, mas a suscetibilidade é geral.
  
EBV. Fonte: www.epibeat.com
 Em algum momento de nossas vidas, seremos infectados pelo EBV, que é transmitido pela saliva, infectando primeiramente as células epiteliais da orofaringe, nasofaringe e glândulas salivares. Nessas células ocorre replicação, e os vírus então podem alcançar tecidos linfoides adjacentes e infectam linfócitos B.
Além da mononucleose infecciosa, o EBV está associado a outras desordens proliferativas de origem linfoide, tanto benignas, quanto malignas, tais como linfoma de Burkitt e doença de Hodgkin. Devido à esta forte associação com neoplasias, a identificação da mononucleose se faz bastante necessária.

Sintomas

Febre e comprometimento da orofaringe sob forma de faringo-amigdalite exudativa, com formação de placas brancas e exsudato, linfadenopatia (glândulas linfáticas inchadas, especialmente no pescoço). A fadiga está geralmente presente e pode permanecer durante vários meses.

Diagnóstico e achados laboratoriais


A mononucleose é inicialmente diagnosticada através da sintomatologia, mas o diagnóstico laboratorial é imprescindível para a conclusão. A maior característica laboratorial da mononucleose é a leucocitose com elevada linfocitose atípica. Para a confirmação da doença, pode ser realizada sorologia buscando detectar anticorpos heterófilos, bem como testes específicos de EBV relacionados com a resposta dos anticorpos aos vários antígenos durante o ciclo de vida do vírus. Confirma-se também pela demonstração do vírus, antígenos virais ou DNA viral através de hibridização com sondas de ácido nucléico e PCR.
Além disso, há aumento das enzimas hepáticas transaminases (TGO e TGP), pelas alterações provocadas no fígado e baço.

Para finalizar, um vídeo muito bacana do Canal Biomedicina Básica. Vale a pena conferir!



Fontes:
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sexta-feira, 10 de abril de 2015


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Avaliação laboratorial hepática


Bioquimicamente, o fígado é um dos órgãos mais importantes, pois está diretamente envolvido no metabolismo. Ele está localizado abaixo do diafragma, no quadrante superior e todos os nutrientes provenientes da digestão dos alimentos no sistema digestório, com exceção das gorduras, passam inicialmente pelo fígado, antes de atingirem a circulação geral.
O fígado possui funções metabólicas, como já havíamos dito anteriormente, como atividade sintética de compostos como proteínas, carboidratos e lipídeos, desintoxicação e metabolismo de fármacos, além de função excretora e secretora, armazenamento, funções protetora, circulatórias e coagulação sanguínea.
Nesta postagem trataremos dos marcadores de lesão e função hepática.

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domingo, 22 de fevereiro de 2015


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Regulação da Expressão Gênica em Procariotos

Definição de “Expressão Gênica”: é o processo em que a informação codificada por um determinado gene (sequências de nucleotídeos do DNA), é decodificada em uma proteína. Teoricamente, a regulação em qualquer uma das etapas desse processo pode levar a uma expressão gênica diferencial. Ela ocorre em duas etapas bem distintas: a produção do RNAm (chamado de transcrição) e a síntese da proteína (chamado de tradução).


Com a definição clara do termo “expressão gênica”, podemos falar sobre a dessa expressão nos procariotos! Muitos estudantes sentem grande dificuldade nesse assunto, mas vocês verão que acaba sendo muito interessante quando você o compreende. Vamos aos estudos!
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domingo, 21 de julho de 2013


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Você sabe o que é a veisalgia?

Considerando que todos os biomédicos não são muito adeptos da bebedeira(ironia aqui), digamos que “algum amigo” seu já deve ter entrado na bebida, e veio achando que você era obrigado a curar a ressaca dele, porque afinal, você é um biomédico (ironia de novo)! Essa é a hora de mostrar que você sabe tudo sobre o metabolismo do etanol. Vale a pena conferir!


Veisalgia. Já ouviu falar? Este é o nome correto (e mais bonito) para “ressaca”. A palavra advém da palavra norueguesa “kveis”, que significa “mal-estar depois da orgia” (risos), e da palavra grega “algia”, que significa “dor”. É um nome apropriado, convenhamos, diante dos efeitos fisiológicos que a ingestão de álcool provoca. As características da veisalgia são cefaleia, náusea, sensibilidade à luz e ruídos, letargia, disforia e sede, e ocorrem quando os efeitos da bebida começam a desaparecer.
Mas vamos aos fatos. Quando o seu “amigo” bebe, o álcool entra na corrente sanguínea, através da absorção intestinal e gástrica, fazendo com que haja o bloqueio da produção do hormônio antidiurético (ADH) ou vasopressina, pela hipófise. O ADH é um hormônio inibidor da diurese, e é necessário em casos onde o organismo precisa reter líquido, mas nesta situação, se o ADH é bloqueado, há o favorecimento da diurese. Além disso, como está havendo ingestão de líquido, consequentemente há uma hipervolemia, e esse excesso de líquido será filtrado pelos rins e eliminado através da urina. É esse o motivo de frequentes micções após alguns copos de cerveja, e pela perda de líquido, ocorre a sede no dia seguinte, um dos efeitos da ressaca.
Todo este mecanismo é regulado por receptores osmóticos do hipotálamo. “Quando há um aumento na concentração do plasma - o que significa que este contém pouca água - os osmorreguladores estimulam a produção de ADH [...]”. Em contrapartida, se há baixa concentração do plasma, significa que há muita água, e o ADH é inibido.
Entretanto, não é só o álcool o vilão, mas também o primeiro produto dele. Trata-se do acetaldeído, produzido no fígado pela degradação do álcool por uma enzima chamada de Álcool desidrogenase. Após este processo, a reação continua com a enzima Aldeído desidrogenase, e será formado o acetato, que não é um composto tóxico. A reação prossegue formando Acetil-CoA, que pode entrar no Ciclo de Krebs, produzindo energia, ou produzir ácidos graxos. 


Dentro desta reação, há também a glutationa, uma substância essencial na transformação do acetaldeído em acetato. Temos então que, se a ingestão de bebida alcóolica é baixa, o álcool é convertido em acetato, e tudo está certo. Mas, se o consumo for alto, o estoque de glutationa se esgota e, portanto, há um acúmulo de acetaldeído, até que o fígado produza mais glutationa para ajudar a Aldeído desidrogenase a degradá-lo. Outras enzimas também estão envolvidas no metabolismo do álcool, e são elas: a CYP2E1 - principal componente do sistema microssomal hepático de oxidação do etanol (MEOS); e a catalase, - localizada nos peroxissomas dos hepatócitos, responsável por apenas cerca de 10% da oxidação.
Outro ponto em questão é a inibição da glutamina pelo álcool. A glutamina é um aminoácido precursor do glutamato e do GABA, neurotransmissores respectivamente excitatório e inibitório. Enquanto a pessoa bebe, a glutamina é inibida, e ao parar com a ingestão, o organismo volta a produzir a substância de forma desenfreada para tentar compensar o que não foi produzido. Se há aumento da produção de glutamina, consequentemente, os níveis dos dois neurotransmissores também se elevarão, o que provoca a sensação de “noite mal dormida”, pois a pessoa não consegue atingir os níveis saudáveis de sono.
E qual a relação entre a glicemia e o consumo de álcool? Quando não ingerimos carboidratos, o nosso organismo produz glicose através da quebra de lipídeos (gliconeogênese). Se a ingestão de álcool não for acompanhada pelo consumo de carboidratos que forneceriam energia ao corpo, o organismo deveria começar a produzir a glicose, mas isto não acontece. A explicação para isso é que, devido à toxidade do álcool, o organismo está “preocupado” em degradá-lo mais rapidamente que produzir energia. Ocorre então, a hipoglicemia, que pode levar à produção de corpos cetônicos, o que é mais grave que uma “simples” ressaca, pode levar ao coma. Mas... é esta hipoglicemia que causa os sintomas de cansaço e fraqueza. A dor de cabeça é causada pela diminuição da coagulação do sangue e desaceleração do fluxo sanguíneo no cérebro. Por causa disso, os vasos sanguíneos se dilatam, causando a dor de cabeça.
A irritação das células estomacais (gastrite alcóolica) por causa da secreção elevada de ácido clorídrico para a digestão do etanol é que provoca o vômito. Obviamente, a sensação não é nada boa, porém é positiva, pois livra o estômago do álcool, reduzindo as toxinas do organismo. Pode haver também diarreia e perda de apetite devido a este fator.
A fotossensibilidade, também um dos sintomas da ressaca (ou veisalgia), é devida à debilidade do sistema nervoso causada pela intoxicação do álcool. Há a excitação da retina, e ela se irrita com facilidade.
Vale ressaltar que a rapidez da absorção do álcool pelas mucosas intestinal e gástrica, pode alterar pela temperatura, presença de CO2 e de alimentos, portanto, se alimentar antes de beber é importante, além do fato de ter energia proveniente do alimento para ser gasta pelo organismo.

BÔNUS:

A parte séria da história: o alcoolismo

Além do coma alcóolico, citado no texto acima, há muitos outros fatos que devem ser levados a sério e repensados. Um deles é o alcoolismo. O álcool é uma droga responsável por um alto índice de alcoolismo, uma doença que certamente tem característica genética (estudos ainda estão sendo realizados para confirmar esta afirmação). Nos alcóolatras, o nível da enzima álcool desidrogenase aumentam muito rápido, diminuindo os efeitos intoxicantes do álcool. Consequentemente, os alcóolatras conseguem aturar um maior nível de etanol no sangue, que seria fatal a outras pessoas. A segunda parte da reação (formação do aldeído) é, assim como para todo mundo, o maior responsável pelos sintomas de mal-estar.
O alcoolismo traz consigo uma péssima alimentação, o que piora ainda mais a situação, visto que como afirma Campbell e Farrell (2008), o álcool é uma fonte vazia de calorias.

Fontes:
CAMPBELL, M. K.; FARRELL, S. O; Bioquímica. Thomson: 2008, v.3, 5.ed.
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quinta-feira, 4 de julho de 2013


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Novidade no blog!


Você é desses desesperados com a bioquímica, ou super inimigo do Lehninger, Campbell, Marzzoco e companhia? Conhece alguém que seja? Mas então pode vir, porque a bioquímica não é tão vilã quanto parece.
Hoje lançamos aqui no blog um espaço voltado para todos que odeiam a bioquímica, mas também para uma interação com aqueles que a amam.
Funciona da seguinte forma: você tem uma dúvida, clica na página “Espaço da Bioquímica” e manda ela para nós. Nós vamos (tentar) te ajudar enviando a resposta para o seu e-mail, e com isso você aprende, nós aprendemos, e todos ficam felizes, porque as melhores perguntas ou as mais convenientes podem virar uma postagem no blog.
Vale lembrar mais uma vez: a maioria das perguntas serão respondidas por mim (autora do blog). E como todos já sabem, eu sou uma mera graduanda de biomedicina, amante de bioquímica e fisiologia (com um amor no modo “iniciante” da microbiologia, uma paixonite por bioestatística... e é, está bom rsrs). Mas como podem perceber, não sou especialista em nenhum destes assuntos, só curiosa. Portanto, podemos errar.
Sendo assim, vamos encarar este espaço como sendo uma “troca de ideias”, onde eu ajudo vocês, e vocês me ajudam a estudar mais mandando perguntas!
Espero que todos nós possamos aproveitar desta novidade do Biomedicina em Ação. Sejam todos muito bem vindos, e que Lehninger torne-se nosso amigo.


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domingo, 24 de fevereiro de 2013


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Distúrbio do metabolismo de Carboidratos

Segundo estudo atualizado pelo CENSO-IBGE-2010 realizado pelo Ministério da Saúde, com a colaboração da Sociedade Brasileira de Diabetes, no Brasil há um número estimado de 12.054.827 (doze milhões cinquenta e quatro mil oitocentos e vinte quatro) pessoas com algum tipo de Diabetes. (SBD – 18 de Abril de 2012).


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domingo, 9 de dezembro de 2012


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Pesquisadores revelam a estrutura da proteína responsável pela "limpeza do sangue"

Estrutura da Haptogloglobina. Imagem Nature. (via Fapesp) - "As estruturas em alta resolução obtidas mostram como a haptoglobina se forma a partir de duas subunidades (em azul-claro e azul-escuro na figura acima), conectadas de uma maneira nunca antes vista em proteínas. Mostram ainda como se forma o complexo Hb-Hp e este se liga aos receptores CD 163."
Pesquisadores dinamarqueses e noruegueses, entre eles um brasileiro, conseguiram resolver a nível atômico a estrutura das proteínas que eliminam o excesso de hemoglobina do sangue, as chamadas haptoglobinas (imagem acima). Estas proteínas impedem que a hemoglobina atinja concentrações tóxicas no organismo, evitando lesões nos órgãos.
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sábado, 7 de julho de 2012


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Médico descobriu fórmula que insere oxigênio no sangue mesmo sem funcionamento dos pulmões

   Os cientistas descobriram uma nova maneira de administrar oxigênio no sangue, permitindo manter uma pessoa viva, mesmo que não consiga respirar.
   A descoberta surpreendente pode mudar a ciência médica, eliminando a necessidade de manter os pacientes com ventilação mecânica (futuramente) durante atendimentos de emergência.
   O procedimento, que funciona com injeções de moléculas de oxigênio complexadas com moléculas de lipídios diretamente na corrente sanguínea, poderia conferir a manutenção da vida mesmo 30 minutos após a pessoa parar completamente de respirar.
John Kheir do Hospita Infantil de Boston, foi inspirado a começar sua pesquisa pioneira depois de ter presenciado a morte trágica de uma paciente, de acordo com o portal ScienceDaily.
    Ele estava operando uma jovem cuja pneumonia levou a danos cerebrais fatais depois que os médicos foram incapazes de colocá-la em um aparelho de respiração artificial a tempo de salvá-la.
   Após a experiência desagradável, o Dr. Kheir começou a trabalhar com a ideia de contornar o sistema pulmonar e inserir oxigênio diretamente no sangue.
   Os primeiros experimentos mostraram que a intervenção poderia, em teoria, ser muito bem sucedida. No entanto, injetar oxigênio puro na corrente sanguínea na forma de gás falhou consideravelmente quando foi tentado há 100 anos, formando bolhas perigosas nas veias.
   Grande parte da pesquisa do Dr. Kheir esteve envolvida em encontrar uma molécula que pudesse permitir a inserção de oxigênio, sendo posteriormente injetado no corpo humano, sem danos.
   O Dr. Kheir descobriu que é possível o uso de moléculas de lipídios, sendo essa a melhor maneira de inserir oxigênio e permitir que ele seja suspenso em um líquido para injeção intravenosa.
   Ele descobriu que os lipídios são a melhor maneira de reter oxigênio depois de usar ondas sonoras para interceptar lipídios e oxigênio em conjunto. O lipídio fortemente oxigenado possui de 3 a 4 vezes a quantidade de oxigênio encontrada em nossas hemácias.
  Quando a solução lipídica foi injetada em animais com níveis anormais de oxigênio no sangue, ocorreu normalização dos níveis em pouquíssimos segundos. Quando a experiência foi realizada em animais que foram privados completamente do ato de respirar, eles permaneceram vivos durante 15 minutos e tiveram menos riscos de complicações de saúde.
   Quando for utilizado em seres humanos, a solução lipídica poderia, provavelmente, alongar a sobrevivência em até 30 minutos (de acordo com as estimativas do Dr. Kheir), embora inserir o composto por muito tempo no sangue possa danificá-lo, prejudicando o paciente.
Este é um substituto de oxigênio de curto prazo – uma maneira segura de injetar gás oxigênio para ajudar pacientes durante alguns minutos absolutamente críticos”, disse o Dr. Kheir.
   Ele acrescentou que acha que a técnica pode se tornar rotina para médicos plantonistas em casos de emergência.
   “Eventualmente, isso pode ser armazenado em seringas e ser levado em cada ambulância, hospital ou transporte aéreo, estabilizando os pacientes que estão com dificuldade de respirar”, em declaração ao britânico DailyMail.



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quinta-feira, 17 de maio de 2012


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O que vampiros tem a ver com Biomedicina?


Você sabe dizer o que Drácula, Edward Cullen e companhia tem a ver com Biomedicina? Bom, com a Biomedicina em si, eles não tem nada a ver, mas com Bioquímica e Genética tem tudo! Ainda não sabe? Descubra agora!!!

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quarta-feira, 4 de abril de 2012


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Piruvato,piruvato,piruvato!

"Pra te enlouquecer,pra te enlouquecer,todas,todas que estudaram não conseguem esquecer!"




Não entendeu nada do vídeo? Dê uma olhadinha na postagem abaixo,vai resolver uma boa parte do seu problema! rsrs Momento descontração para vocês!
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Via Glicolítica ou Glicólise

A glicólise (ou via glicolítica) é uma via central, quase universal de catabolismo de carboidratos. É o primeiro estágio do metabolismo, e consiste em um processo anaeróbico (processo de fermentação), com saldo positivo de 2 ATP (adenosina trifosfato) e 2 piruvatos (que podem ser convertidos a lactato ou a Acetil-CoA, e entrar no Ciclo de Krebs). Mas para entender esta via, é necessário que saibamos de onde veio a glicose que será usada para a formação dessa energia.
O corpo humano (assim como todos os seres vivos) necessita de energia para a realização de suas funções vitais. Os carboidratos são fontes rápidas de energia, e serão degradados por enzimas digestivas para que passem da luz intestinal ao sangue, visto que o organismo não é capaz de absorver moléculas maiores. Esses carboidratos serão degradados até que cheguem ao monossacarídeo glicose. A glicose é uma molécula formada por 6 átomos de carbono que, além de um excelente combustível, é também uma precursora muito versátil, capaz de suprir uma enorme variedade de intermediários metabólicos em reações biossintéticas.
A glicose proveniente da alimentação será a base para a formação de energia necessária para a manutenção do nosso organismo, e para que realizemos nossas funções diárias.
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domingo, 26 de fevereiro de 2012


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Carboidratos



O que são?

  Muitos associam o carboidrato ao açúcar, propriamente dito, mas essa não é a verdade. Carboidratos são quaisquer moléculas que possuem em sua estrutura uma quantidade acima de três carbonos e água; daí o nome de Hidratos de Carbono. Os carboidratos podem ser classificados da seguinte forma:

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012


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Lipídios - as biomoléculas hidrofóbicas

"Definem um conjunto de substâncias químicas que, ao contrário das outras classes de compostos orgânicos, não são caracterizadas por algum grupo funcional comum, e sim pela sua alta solubilidade em solventes orgânicos e baixa solubilidade em água. "

Assim como as proteínas, os carboidratos e os ácidos nucléicos, os lipídios são biomoléculas fundamentais para o organismo, embora sejam muito difamadas e rejeitadas.
Como dito em sua definição, são moléculas apolares, ou ainda hidrofóbicas, o que garante grande importância para essa macromolécula, principalmente no que se diz respeito à composição das membranas biológicas.
Os lipídios podem ser classificados em três classes:

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quarta-feira, 12 de outubro de 2011


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Comportamento

VOCÊ ANTES A PROVA DE BIOQUÍMICA
(terrorismo)

 



VOCÊ DURANTE A PROVA DE BIOQUÍMICA 



VOCÊ DEPOIS A PROVA DE BIOQUÍMICA
(poww fessor,e tu achava que eu não era foda? OWW YEA.)

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sexta-feira, 17 de junho de 2011


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Que venham as BIOQUÍMICAS!

A química é a ciência que estuda a matéria e suas modificações, assim quando fazemos a aplicação de tal maravilhosa ciência ao âmbito biológico ela se torna a bioquímica, ainda mais atraente e persuasiva aos amantes de ciências biológicas e claro ao biomédico, um dos profissionais mais preparados para atuar nesse ramo maravilhoso tanto da biologia como o da química.
Assim surgiu a necessidade de dar nesse singelo blog, apenas um deslumbre do que podemos esperar dessa disciplina, que de inicio amedronta, mas conhecendo melhor as suas bases, e trazendo a aplicabilidade ao nosso dia passamos a tentar entender e conhecer a sua real importância na formação do biomédico.
A Bioquímica pode ser definida como a ciência que estuda os metabólitos primários e os processos pelos quais estes metabólitos são sintetizados e degradados, com o fim de explicar a forma e a função biológica a partir do ponto de vista da química, ou seja, a química da vida.
Parece simples, mas não é, exige dedicação, empenho e muitas visitas a biblioteca, mas nada é impossível, afinal o poder da criação é divino, mas o da transformação é nosso!

Mas enquanto a bioquímica não chega, é hora de relaxar e ler uma tirinha!!!




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