sábado, 19 de novembro de 2016


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CRBM homenageia biomédicos com vídeo em stop motion

Para homenagear os biomédicos, já que o nosso dia está chegando, o CRBM 1ª Região em parceria com o canal Bricking Science, criou um vídeo em stop motion. Uma linda e super bacana homenagem a todos nós! Confiram:



PARABÉNS A TODOS OS BIOMÉDICOS!!!
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domingo, 13 de novembro de 2016


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Biomédicos promovem curso em prol de construção de hospital


Os biomédicos do Hemocentro do Amazonas estão de parabéns! Estão organizando um curso de Imunohematologia, para arrecadas fundos visando a construção do Hospital de Sangue.
O curso de Imunohematologia acontecerá de 09 a 18 de dezembro/2016, e contará com conteúdo teórico e prático, com carca horária de 32 horas.
Imagina que incrível aprender, se aprimorar, e ainda por cima, contribuir para uma causa nobre como essa.
As informações estão no folder abaixo, e você pode se inscrever acessando o site: Fundação Sangue Nativo

 


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sexta-feira, 11 de novembro de 2016


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Como os farmacêuticos enxergam os biomédicos?

A multidisciplinaridade é muito interessante. Poder unir diferentes tipos de conhecimento, diferentes visões do mesmo problema, e juntos chegar a um senso comum e a um resultado melhor. É assim que deveria ser, principalmente na área da saúde, e é isso que buscamos constantemente. Poder contribuir com conhecimento e trocar experiências para ajudar a um paciente, é incrível!
Infelizmente, nem sempre as coisas são assim. Há sempre uma concorrência desnecessária e nada saudável entre profissionais, e hoje, viemos tentar descontruir a briga entre farmacêuticos e biomédicos!
Por isso, o Biomedicina em Ação recebe hoje uma farmacêutica, a Thamires Santos, para contar a nós o lado de lá: como os farmacêuticos enxergam o biomédico?


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Por Thamires Santos, farmacêutica.

Na convivência por quatro anos com os alunos de biomedicina estudando algumas matérias clinicas junto, pude observar a ‘’briga’’ das duas classes de forma oculta porém, existente.
Em sala de aula a convivência com os alunos era bem distante, cada um para o seu lado, a distância e destaque dos alunos nas matérias clínicas criou-se uma barreira (pelos alunos de farmácia) e a tal ‘’briga’’, antes mesmo da formação dos profissionais.
 Partindo para o ponto de vista profissional os farmacêuticos tem uma visão de superioridade em relação aos biomédicos, um desses motivos está diretamente relacionada com as áreas de atuação do profissional farmacêutico que é bem ampliada e um segundo seria por poderem atuar em uma mesma função.  
Trazendo para a minha realidade hoje, vejo que essa atitude entre as profissões não faz o maior sentido. Claro que vivemos em um mundo de competitividade onde o melhor é o que vence, porém não é criando inimizades nem desfazendo das pessoas que conseguiremos obter êxito na vida tanto profissional como pessoal.
A lição que tiramos disso é que se essa ‘’briga’’ não existisse uma classe teria ajudado a outra nas suas dificuldades, as duas estariam em destaque e hoje formados estaríamos nos relacionado melhor profissionalmente e adquirindo experiências, afinal ninguém faz nada sozinho.
O orgulho muitas vezes nos leva a erros drásticos. Eliminar isso da vida é uma dadiva. A área da saúde necessita de união e amor para assim desenvolver um trabalho digno.
Observe e faça sempre a melhor escolha.
Pense nisso!

(*) As informações contidas no texto são opinião da autora. 
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terça-feira, 8 de novembro de 2016


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Inclusão do biomédico nos programas de atenção à saúde - VOTE!




Nos últimos dias, têm se falado muito sobre a inclusão do biomédico nos programas de Atenção à Saúde (ESF/NASF) e nas práticas integrativas e complementares. Trata-se de uma proposta legislativa do biomédico Jeferson M. Gomes que todos podem ter acesso no site do Senado Federal.
A proposta é para que o biomédico seja parte da equipe de Atenção à Saúde, visto que nossa ampla área de atuação pode ser muito importante na melhoria da saúde pública do Brasil. O texto ainda explica que “uma das principais funções do biomédico a saúde pública é a prevenção das doenças, pois realiza exames preventivos nas campanhas de saúde evitando que doenças se instalem na comunidade. Assim, a contribuição funcional do biomédico inclui a prevenção e promoção da saúde por meio de educação sanitária, coleta e armazenamento de material biológico para análise laboratorial e pesquisa de possíveis agentes etiológicos de maior incidência a comunidade em que está inserido a Estratégia de Saúde da Família (ESF).”
Apoie esta ideia! Clique aqui, leia na íntegra a proposta e assine! É muito simples, rápido e qualquer pessoa pode votar.


Compartilhe para que todos saibam a importância dessa proposta para a saúde pública. 
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segunda-feira, 7 de novembro de 2016


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Biomédicos em Ação - FIT/UNAMA


A Ana Paula Martins enviou a nós uma foto em que ela, junto com a sua turma de Biomedicina da FIT/UNAMA, visitaram o Laboratório de Anatomia da UEPA. Segundo ela “foi uma experiência incrível” e ela quis eternizar esse momento através do Biomedicina em Ação!

Bacana né?! Quer participar do blog? Faça como a Ana Paula, envie também a sua foto! Saiba mais clicando aqui.
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Novembro Azul: o alerta contra o câncer de próstata

O Biomedicina em Ação sempre abriu espaço para troca de experiências, e para que todos possam interagir com nossos leitores. Por isso, recebemos um e-mail do Danilo, aluno de graduação da Unip, Campus Assis. Ele escreveu sobre um assunto de grande importância, principalmente agora em novembro: o câncer de próstata. Confira o texto:

“Segundo o INCA (Portal Nacional de Câncer) no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens. 
A próstata é um órgão que faz parte do aparelho reprodutor masculino e sua principal função é produzir parte do líquido que forma o sêmen. O principal fator de risco para o câncer da próstata é a idade e o histórico familiar.
Existe tratamento e acompanhamento para tratar e evitar o câncer de próstata. 
Os Biomédicos que atuam em Laboratórios de Análises Clínicas dosam uma proteína chamada Antígeno Prostático Específico (PSA) que é realizado através da coleta de sangue venosa para saber se existe uma alteração evidenciando um câncer de próstata assintomático. 
É importante que o paciente siga as instruções de pré coleta 3 (três) dias antes da realização do exame, para evitar que afaste o diagnóstico precoce da doença. 
Em caso de dúvidas procure o seu médico, o diagnóstico precoce preserva o seu futuro.”

Danilo Leônidas Ferreira da Silva, Acadêmico de Biomedicina pela Universidade Paulista - UNIP Assis  


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domingo, 30 de outubro de 2016


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O jeans moderno e a microbiologia: como é possível unir os dois?

Já imaginou usar a microbiologia na confecção do jeans? E mais, de uma forma sustentável que possa minimizar os resíduos tóxicos e os gastos associados a eles.


 O jeans sempre foi muito popular, principalmente o jeans azul Denim, desde que Levi Strauss e Jacob Davis, em 1873, produziram pela primeira vez para mineradores de ouro da Califórnia. Hoje, o denim macio e desbotado é produzido pelas empresas com auxílio de enzimas celulases, provenientes de um fungo chamado Trichoderma.
As celulases, como o próprio nome sugere, digerem parte da celulose do algodão e, ao contrário de muitas reações químicas, essas enzimas atuam em temperaturas e pHs seguros. Além disso, as enzimas são proteínas e, portanto, facilmente degradadas para a remoção do esgoto industrial.
E a produção de algodão também pode acontecer com menor impacto ambiental. Isso porque existe uma bactéria chamada Gluconacetobacter xylinus produz celulose ligando unidades de glicose em cadeias simples na membrana externa da parede celular bacteriana. As microfibrilas de celulose são expulsas através de poros na membrana externa, e feixes de microfibrilas se entrelaçam, formando tiras.
Para dar aquele efeito de desbotado, dá para usar o peróxido, que é um agente branqueador mais seguro que o cloro e pode ser facilmente removido do tecido e do esgoto industrial por enzimas. Os pesquisadores da Novo Nordisk Biotech clonaram um gene de peroxidase de cogumelo em leveduras e cresceram as leveduras em condições de máquina de lavar. As leveduras que sobreviveram foram selecionadas como produtoras de peroxidase.
E aquela tonalidade azul, forte, chamada índigo? Dá para fazer isso utilizando bactérias, bem conhecidas por sinal. Biotecnologistas da Califórnia identificaram o gene da Pseudomonas putida, uma bactéria do solo, que converte o subproduto bacteriano indol em índigo. Esse gene foi inserido na bactéria Escherichia coli, que, por sua vez, se tornou azul e produzem índigo a partir do triptofano.
Ah, e dá para fazer até o zíper usando os nossos amigos microrganismos. Cerca de 25 bactérias produzem grânulos de inclusão de poli-hidroxialcanoato (PHA) como reserva alimentar. Os PHAs são similares aos plásticos comuns, e por serem produzidos por bactérias, eles também são prontamente degradados por muitas bactérias. Os PHAs podem representar um material biodegradável alternativo para substituir o plástico convencional, feito a partir de petróleo e ser usado na produção dos zíperes!

Incrível né? A biotecnologia utilizando os microrganismos a nosso favor, sem prejudicar o meio onde vivemos!


Fonte: Tortora, G. J. Microbiologia. 12 ed. Artmed. 2016.
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sexta-feira, 21 de outubro de 2016


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IX Congresso de Biomedicina e VI Jornada de Análises Clínicas, Unifenas - MG

Nos dias 9, 10 e 11 de novembro, acontecerá em Alfenas - MG, o IX Congresso de Biomedicina e VI Jornada de Análises Clínicas, realizado pela Liga de Citologia Clínica (LCC) da Unifenas. A programação está recheada de palestras, workshop e minicurso.
  



Para maiores informações, entre em contato com a LCC pelo facebook, clicando aqui
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Ciclo cardíaco

Hoje vamos de fisiologia! E nada mais justo do que falar sobre um evento de suma importância para a nossa sobrevivência: o ciclo cardíaco.


O coração é um órgão relativamente pequeno, mas de grande importância para a manutenção de funções vitais do organismo. Considerado uma “bomba”, que ao se contrair “bombeia” o sangue para a periferia, e ao relaxar se enche novamente de volume. Tem como função básica garantir que o sangue chegue aos tecidos periféricos e o aporte sanguíneo para os alvéolos de modo a permitir a troca gasosa.
 Anatomicamente, encontra-se apoiado sobre o diafragma, perto da linha média da cavidade torácica, no mediastino, a massa de tecido que se estende do esterno à coluna vertebral; e entre os revestimentos (pleuras) dos pulmões. Cerca de 2/3 de massa cardíaca ficam à esquerda da linha média do corpo. A extremidade pontuda do coração é o ápice, dirigida para frente, para baixo e para a esquerda. A porção mais larga do coração, oposta ao ápice, é a base, dirigida para trás, para cima e para a direita.


O coração possui quatro câmaras: dois átrios e dois ventrículos.


-> Átrios (as câmaras superiores): recebem sangue.
     Átrio direito: sangue rico em dióxido de carbono – venoso – por meio das veias cava superior, inferior e seio coronário.
    Átrio esquerdo: sangue oxigenado, por meio de quatro veias pulmonares.

-> Ventrículos (câmaras inferiores): bombeiam o sangue para fora do coração.
    Ventrículo direito: recebe o sangue vindo do átrio direito e expulsa o sangue por meio da artéria pulmonar para os pulmões.
    Ventrículo esquerdo: recebe o sangue oxigenado do átrio esquerdo e expulsa para a circulação sistêmica do corpo.

CICLO CARDÍACO

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É denominado Ciclo Cardíaco o conjunto de eventos que ocorre entre o início de um batimento cardíaco e início de um próximo. Cada ciclo tem início quando é gerado um potencial de ação espontâneo no nodo sinusal, localizado na parede superior do átrio direito, próximo da abertura da veia cava superior. Este potencial de ação se propaga do átrio direito até os ventrículos de tal forma que ocorre um atraso de cerca de 0,1 segundo a passagem desse impulso dos átrios para os ventrículos permitindo que os átrios se contraiam antes, colaborando com o enchimento ventricular antes da sua contração. Isso faz com que tenhamos um fluxo sanguíneo coerente, se não fosse assim, o sangue iria para qualquer lado.
O ciclo consiste então no período de relaxamento (DIÁSTOLE), momento no qual o coração se enche de sangue. Logo após ocorre o período de contração (SÍSTOLE). A duração total do ciclo cardíaco é a recíproca da frequência cardíaca, como por exemplo, se a frequência cardíaca é de 72 batimentos/min, a duração do ciclo é de 1/72 batimentos/min.
Normalmente, o sangue flui de forma contínua, vindo das grandes veias para os átrios, e a maior parte do sangue que entra (cerca de 80%) flui diretamente para os ventrículos, mesmo antes da contração atrial, devido à diferença de pressão entre as câmaras que faz com que haja a abertura das valvas atrioventriculares. Sendo assim, os 20% do sangue que resta vai para os ventrículos através da contração (sístole atrial). A complementação do enchimento é importante para que haja melhoria da eficácia do bombeamento ventricular.
O período de enchimento rápido é o primeiro terço da diástole ventricular. Ele ocorre porque durante a contração (sístole) ventricular, grande quantidade de sangue se acumula nos átrios direito e esquerdo, uma vez que as valvas atrioventriculares estão fechadas. Assim que a sístole dos ventrículos termina, as pressões ventriculares retornam aos baixos valores diastólicos, as pressões moderadamente altas que se desenvolveram nos átrios durante a sístole ventricular forçam de imediato as valvas atrioventriculares a se abrirem, e o sangue então vai dos átrios para os ventrículos. Como já dito, somente cerca de 20% do sangue chega aos ventrículos através da contração (sístole) dos átrios.
Começa então a contração isovolumétrica dos ventrículos, aumentando a pressão interna dessas câmaras e promovendo o fechamento das valvas atrioventriculares. Quando a pressão dentro do ventrículo esquerdo atinge um pouco mais que 80 mmHg (e a pressão do ventrículo direito, pouco mais que 8 mmHg), as valvas semilunares (aórtica e pulmonar) são forçadas a abrir. O sangue começa então a ser lançado para as artérias.
Assim, depois que o sangue é lançado para as artérias, inicia-se de imediato o relaxamento isovolumétrico dos ventrículos, diminuindo a pressão dentro dos mesmos. Diferente disso, as artérias estão recebendo grande pressão, e isso acaba causando o fechamento das valvas aórticas e pulmonar. Nesse momento, a pressão intraventricular diminui e as valvas atrioventriculares se abrem para receber mais sangue.
E aí... o ciclo recomeça!

Por hoje é só! Mas fique de olho no blog, porque ainda teremos aqui uma complementação deste assunto. Nos próximos dias falaremos sobre pequena e grande circulação, a função das valvas atrioventriculares e semilunares, e as bulhas cardíacas.

Bibliografia: 
Hall, John E. (John Edward), 1946 – Tratado de Fisiologia Médica [recurso eletrônico] / John E. Hall; [tradução Alcides Marinho Junior – et al.]. – Rio de Janeiro : Elsevier, 2011.

Como sempre, vai um vídeo super bacana para ajudar na compreensão!

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quinta-feira, 20 de outubro de 2016


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Tem como não, moço...

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