domingo, 26 de fevereiro de 2012


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Simpósio Acadêmico de Biomedicina - Fotos

O que foi o Simpósio?
  A ideia veio de um dos nossos autores do blog, Jonatam Crispim, com o meu apoio e mobilização de todo o 2° semestre do curso de Biomedicina da Unip Campinas. O Simpósio surgiu com a vontade de comemorar o Dia do Biomédico, que havia sido esquecido por todos na faculdade. Além de mostrar que nós estávamos chegando, mas que queríamos fazer algo a mais, uma iniciativa que deve vir dos alunos. Estávamos chegando para ficar, mudar, e deixar a nossa marca.
  A vontade era grande, e então colocamos os pés no chão, e com a ajuda do pessoal do 4º semestre, da coordenação, e da professora Cláudia Minazaki, fomos atrás de patrocínios e tivemos a honra de receber a Dra. Juliana e a Dra. Lilian, peritas da Polícia Técnico-Científica de Jundiaí, que acreditaram no nosso projeto, e se prontificaram a participar conosco nesse grande início.
  Seria o primeiro grande evento do curso na Unip Campinas. O tema "Perícia Criminal" chamou a atenção de alunos de muitos cursos, que arrumaram um tempinho em meio às provas e deram um voto positivo ao nosso evento.
  Eu postei o vídeo de abertura do evento, os agradecimentos aos patrocinadores e colaboradores, mas ainda não postei as fotos galerinha! Desculpem-me, mas é que não tive acesso a todas as fotos ainda, já que muitas se perderam por aí, em alguma câmera rsrsrs Postarei então as que eu tive acesso aqui, e já estão no facebook. Então,lá vai (como diria nossa inesquecível Sílvia):
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Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)


Calma! Não precisa se assustar. Esta foto foi tirada no Museu de Microbiologia do Instituto Butantan, e já esteve aqui no blog, quando falei sobre nossa visita ao local. Trata-se dos EPIs usados antigamente (muito antigamente). Estou repetindo a foto somente para compararmos com os EPIs atuais, que serão tratados nesta postagem. Então vamos lá!

  Todo profissional deve conhecer os riscos aos quais estarão expostos no ambiente de trabalho. Na Biomedicina não é diferente. Além de risco de acidentes, estamos expostos a riscos físicos e químicos que são inevitáveis nessa profissão. É claro que deve haver uma prevenção, cuidados que devem ser tomados e levados a sério pelo Biomédico. Um desses cuidados é o uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).
  EPIs são quaisquer meios ou dispositivos destinados a serem utilizados por uma pessoa contra possíveis riscos ameaçadores da sua saúde ou segurança durante o exercício de uma determinada atividade. Um equipamento de proteção individual pode ser constituído por vários meios ou dispositivos associados de forma a proteger o seu utilizador contra um ou vários riscos simultâneos. No Brasil, o uso destes equipamentos é regulamentado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), através da Norma Regulamentadora Nº. 06 (Equipamento de proteção individual), com redação dada pela Portaria N.º 25, de 15 de outubro de 2001, publicada no DOU em 17 de outubro de 2001 e atualizada periodicamente por instruções normativas e portarias. É obrigatório que todo EPI tenha certificado de aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho, passando por testes rigorosos em laboratórios credenciados pelo próprio Ministério.

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O estudante de Biomedicina

Sem mais. rsrs
(via Biomedicina da Depressão)
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Carboidratos



O que são?

  Muitos associam o carboidrato ao açúcar, propriamente dito, mas essa não é a verdade. Carboidratos são quaisquer moléculas que possuem em sua estrutura uma quantidade acima de três carbonos e água; daí o nome de Hidratos de Carbono. Os carboidratos podem ser classificados da seguinte forma:

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sábado, 25 de fevereiro de 2012


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Técnicas histológicas de rotina

Vídeos sobre técnicas (resumidas) histológicas de rotina. - Em espanhol.


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A tal Imunologia


Os alunos PIRA na IMUNO!!!

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012


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HC de Ribeirão Preto debate a hanseníase


ESTA REPORTAGEM FOI RETIRADA DO PORTAL DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Semana da Mancha também avalia pacientes com queixa de manchas na pele e triagem de casos suspeitos
    Até a próxima sexta-feira, 10, o Centro de Referência Nacional em Dermatologia Sanitária-Hanseníase HCFMRP-USP, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Hansenologia, realiza alguns eventos para divulgar e orientar a população sobre a hanseníase.
  No evento A Semana da Mancha, os profissionais da saúde realizam, no Centro de Referência em Especialidades, avaliações de pacientes com queixa de manchas na pele e triagem de casos suspeitos de hanseníase.
  A hanseníase é uma doença infecciosa de longa evolução, transmitida de pessoa doente para pessoa sadia e suscetível pelo contato pessoal prolongado. O bacilo Mycobacterium leprae, uma bactéria, invade os nervos periféricos desencadeando alteração de sensibilidade ao calor/frio, ao tato e à dor. Surgem manchas brancas ou avermelhadas além de nódulos (caroços) na pele. Pode também evoluir com perda de força muscular das mãos, pés e pálpebras. É uma doença totalmente curável quando tratada com a poliquimioterapia padrão, oferecida gratuitamente na rede de saúde.
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012


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O que faz um biomédico?

Uma explicação bem clara para essa pergunta que ainda persegue a maioria das pessoas que estão começando nessa área. - Indicação de Gabriella Pais (5° semestre - Unip Campinas).


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A Síndrome de Swan


Com doença desconhecida, menina para de se desenvolver aos 4 meses




Texto do Portal do Biomédico


Uma britânica está tentando chamar atenção para uma doença genética que fez com que sua filha praticamente parasse de se desenvolver quando tinha quatro meses de idade e que pode fazer com que ela nunca ande ou fale.
A filha mais jovem de Emma Hawley, Jessica, hoje com um ano e meio, tem uma síndrome que passou a ser descrita pelo termo genérico Swan (sigla em inglês para Síndrome Sem Nome), já que nenhum médico conseguiu fazer um diagnóstico preciso.
Não se sabe exatamente quantas crianças são afetadas por problemas de saúde desconhecidos, mas Hawley está tentando fazer com que médicos e a população em geral discutam mais o assunto. Ela conta que desde cedo percebeu que havia algo errado com sua filha.
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012


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Microscopia óptica

O microscópio é o mais importante instrumento no estudo da biologia celular. A microscopia óptica, ou de luz, permite que enxerguemos estruturas de observação impossível a olho nu, através da incidência de luz, e de lentes objetivas que promovem um aumento de até 1000x.


Há duas divisões que podem ser colocadas para o estudo do microscópio óptico. Como o próprio nome diz, ele é composto por uma parte óptica, formada por três sistemas de lentes (objetivas, ocular e condensador), pelo diafragma e por uma fonte de incidência de luz. É composto também por uma parte mecânica, que garante o suporte para a visualização.
A visualização no microscópio se dá da seguinte forma: o condensador é responsável pelo ajuste de luminosidade e pela projeção de um cone de luz em um espelho, passando pela lâmina até que chegue às objetivas. O microscópio óptico possui objetivas de 4, 10, 40 e 100, que proporcionam uma visão panorâmica de aumento aproximado de 40x, 100x, 400x e 1000x, respectivamente, sendo que para a visualização de estruturas com aumento de 1000x é necessária utilização de óleo de imersão para que a lâmina não seja danificada. Nas lentes objetivas a imagem é ajustada pelo seu limiar de resolução, que proporciona uma maior riqueza de detalhes; e logo é projetada às lentes oculares, que farão novamente o aumento da imagem, finalizando o processo de visualização.
Por fim, parte mecânica do microscópio é composta pela seguintes estruturas: base, braço, revólver (que permite a troca da objetiva a ser utilizada), platina (haste metálica onde é inserida a lâmina), charriot (possibilita o movimento da platina para melhor focalização da lâmina), canhão ou tubo (onde se localizam as lentes oculares), e parafusos micrômetro e macrômetro (responsáveis pela focalização).
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